O Ibovespa futuro opera em queda de 1% com a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã mantendo o petróleo em alta nesta quinta-feira (20). A commodity opera no quinto pregão consecutivo de valorização, com avanço superior a 2%. O barril é negociado acima de US$ 93.
Os futuros em Nova York operam sem direção única. As bolsas europeias rondam a estabilidade, e os mercados asiáticos fecharam em alta.
O dólar perde força diante da perspectiva de mais recompras de títulos longos pelo Tesouro americano. Os rendimentos dos Treasuries, porém, voltam a subir. O minério de ferro recuou 1,19% na bolsa de Dalian, a US$ 105,06 por tonelada.
Juros nos EUA devem conter apetite por risco no Brasil
No Brasil, a valorização do petróleo pode favorecer ações ligadas à commodity. O avanço dos rendimentos americanos e possíveis efeitos sobre a inflação, porém, devem limitar o apetite por risco. A atenção segue sobre o real e a curva de juros.
A sessão tem poucos indicadores locais. O mercado acompanha o leilão de títulos prefixados do Tesouro e a rolagem de contratos de câmbio pelo Banco Central. A agenda ainda traz a reunião do Conselho Monetário Nacional.
Ibovespa busca reação após 11 quedas seguidas
O Ibovespa reagiu a partir da região de 164.700 pontos. O movimento reforça o enfraquecimento da força vendedora após a sequência prolongada de queda.
O avanço pode favorecer um pullback, movimento técnico de recuperação, rumo à faixa dos 170 mil pontos. O IFR, índice de força relativa, porém, ainda sinaliza momentum pressionado. Enquanto sustentar os 164.700 pontos, o mercado deve continuar de olho na tentativa de recuperação.
A recomendação do dia da casa é a compra de Alupar (ALUP11), entre R$ 31,42 e R$ 31,58. Os objetivos ficam em R$ 32,89 e R$ 33,87, com stop em R$ 30,58. O ganho estimado varia entre 4,16% e 7,80%, e a perda estimada no stop fica entre 2,67% e 3,16%.






