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Ibovespa hoje fecha aos 183,9 mil pontos em baixa; Yduqs se destaca entre as alta

Ibovespa hoje fecha aos 183,9 mil pontos em baixa; Yduqs se destaca entre as alta

No exterior, o mercado acionário americano também apresentou desempenho misto

O Ibovespa hoje encerrou o pregão em queda de 0,99%, aos 183.965 pontos, após oscilar entre a mínima de 183.834 pontos e a máxima de 186.211 pontos. O volume financeiro negociado na sessão somou R$ 19 bilhões.

Entre as ações que avançaram, Yduqs ON registrou a maior alta do pregão, de 2,95%, encerrando o dia a R$ 11,13. O desempenho ocorreu no contexto da conclusão da fusão com a Afya, operação que une as duas companhias do setor de educação médica.

Na sequência entre as maiores altas apareceram Magazine Luiza ON, com valorização de 2,94%, a R$ 6,29; Vamos ON, que subiu 1,85%, a R$ 3,86; Smartfit ON, com alta de 1,64%, a R$ 17,27; e Localiza ON, que ganhou 1,47%, a R$ 38,71.

Na ponta negativa, Natura ON teve a maior queda do pregão, de 5,88%, terminando a R$ 7,20. RD Saúde ON recuou 5,38%, a R$ 18,45, enquanto Cogna ON caiu 5,22%, para R$ 2,18. Suzano ON perdeu 4,02%, a R$ 45,58, e Hapvida ON registrou baixa de 2,86%, a R$ 6,47.

Bolsas de Nova York

No exterior, o mercado acionário americano também apresentou desempenho misto. O Dow Jones Industrial Average caiu pela terceira sessão consecutiva, pressionado pela alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, que permanecem em níveis elevados e afetam especialmente setores mais cíclicos.

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O Dow Jones recuou 161,61 pontos, ou 0,31%, para 51.349,98 pontos. O S&P 500 teve baixa marginal de 0,02%, aos 7.704,13 pontos. Já o Nasdaq Composite avançou 0,01%, chegando aos 26.939,37 pontos.

O movimento dos juros dos Treasuries segue no radar dos investidores, uma vez que rendimentos mais elevados podem aumentar o custo de capital das empresas e influenciar a alocação dos recursos nos mercados acionários.

Com a queda desta sessão, o Ibovespa hoje terminou o pregão sob pressão, em um ambiente marcado pelo desempenho negativo de importantes ações domésticas e pela cautela observada também nos mercados internacionais.

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