Fora do radar das ações dos bancos brasileiros, o Banco Pine está prestes a entrar em um período entendido pelos analistas do Safra como uma “janela de ganhos de alto impacto”.
A tese gira em torno da recente decisão do banco de voltar a concentrar seus esforços em empréstimos para pessoas físicas, com uma oportunidade significativa de ser aproveitada após a rápida expansão dos empréstimos consignados.
“O produto está expandindo o universo endereçável além do setor público tradicional e, dado o posicionamento precoce e deliberado da Pine, esperamos que o banco aumente rapidamente o peso de ativos de alto rendimento em seu portfólio”, relatam os analistas Daniel Vaz, Maria Luisa Guedes e Rafael Nobre.
Ou seja, o efeito da transição entre consignados e empréstimos diretos ao consumidor se tornará “particularmente visível em 2026”.
Com a interação entre margens mais altas, alavancagem operacional e uma base de patrimônio líquido ainda contida faz de 2026 um ano particularmente forte para o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE).
O pico deve chegar a 33% no Pine, que deverá ser seguido por uma normalização gradual em direção a meados dos 20% no longo prazo.
“Mesmo que esperemos que 2026 estabeleça um recorde para o ROE, observamos que esse período de alta lucratividade deverá acelerar a geração de capital e fortalecer o balanço patrimonial, sustentando um poder de geração de lucros robusto”, destacam Vaz, Guedes e Nobre.
O relatório, que marca o início de cobertura das ações do Pine, reforça a recomendação de compra. O preço-alvo estimado é de R$ 19, o que sugere um potencial de valorização de aproximadamente 41%.
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