O Banco do Brasil – BB (BBAS3) deve empossar na tarde desta segunda-feira (16) sua primeira presidente mulher. Trata-se da funcionária de carreira Tarciana Medeiros, indicada pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.
Mais cedo, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) a exoneração do atual presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, bem como a nomeação de Tarciana.
Ela estava há dois anos trabalhando na diretoria de clientes pessoa física e de média e pequenas empresas.

BB (BBAS3): nova presidente
Tarciana Medeiros está no Banco do Brasil desde o ano 2000. Natural de Campina Grande (PB), iniciou a carreira como feirante, além de ter atuado como professora antes de ingressar no BB.
Ela assumiu o primeiro cargo de gestão no banco em 2002 e, ao longo de dez anos, exerceu diversas funções.
Já o banco foi fundado em 12 de outubro de 1808, sendo a primeira instituição bancária a operar no país e, em mais de 200 anos de existência, acumulou experiências e colecionou inovações, participando vivamente da história e da cultura nacionais.
Ibovespa
A ação BBAS3 encerrou o dia 13 de janeiro de 2023 cotada em R$ 35,65 e o papel reporta alta de 17% no período de um ano.
A instituição obteve lucro líquido de R$ 22,8 bilhões nos nove primeiros meses de 2022, crescimento de 50,9% na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que representa um RSPL (retorno sobre patrimônio líquido) de 20,5%.
No trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 8,4 bilhões, 62,7% acima do terceiro trimestre de 2021 e 7,1% superior ao segundo trimestre de 2022. O RSPL alcançou 21,8% no período.
Em nota, disse que o resultado é reflexo de alavancas que alicerçam a sustentabilidade do seu retorno no longo prazo: o crescimento da carteira de crédito com mix que apresenta um melhor retorno ajustado ao risco; a continuidade da diversificação na linha de serviços, que começa a refletir a monetização de novos modelos de negócios; a disciplina constante na gestão de custos; e a sólida posição de capital.
Também disse que, no acumulado anual, o BB irá distribuir mais de R$ 8,5 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio a seus acionistas, correspondendo a um payout de 40%.
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