A fusão entre Auren (AURE3) e AES (AESB3) está próxima de sair. A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou de forma definitiva o processo de combinação de negócios das empresas.
A decisão do Cade, publicada no Diário Oficial da União, não recebeu contestações dentro do prazo regulamentar de 15 dias, tornando-se final e irrevogável.
Essa aprovação pelo órgão controlador de mercado era uma das condições precedentes estabelecidas para a efetivação da combinação de negócios, conforme detalhado nos comunicados anteriores divulgados em maio e em junho.
No entanto, a conclusão da transação ainda depende do cumprimento de outras condições precedentes. Entre essas, destaca-se a necessidade de aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Auren e AES: EQI Research vê melhora de aproveitamento de ativos
Os ativos da AES têm muita qualidade e devem ser melhor operados pela Auren, aponta EQI Research.
Segundo a casa de análise, a Auren passará a ser a terceira maior geradora do país, com 8,8 GW de capacidade instalada, sendo 2,4 vezes o seu tamanho atual.
A transação vai ao encontro das ambições da Auren de crescer no setor de geração, com uma baixa alavancagem (dívida líquida / EBITDA de 1,8x) e a empresa tem condições de digerir a alavancagem elevada da AES Brasil (Dívida líquida / EBITDA de 5,3x) em seu balanço.
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