A ANP (Agência Nacional do Petróleo) iniciou nesta sexta-feira (16) um processo administrativo envolvendo a controlada da Dexxos (DEXP3), a GPC Química, suspendendo a importação de metanol para revenda.
A revenda representa, aproximadamente, 15% do faturamento da Dexxos dos últimos nove meses.
A investigação remonta a setembro, relacionada à Operação Carbono Oculto, tendo todas as informações solicitadas já sido entregues às autoridades competentes. Segundo informação da administração dadas “ao BTG, uma auditoria forense conduzida por entidade externa e concluída em novembro não encontrou “irregularidades, e os procedimentos administrativos anteriores junto à ANP foram encerrados em 2023.
“Nossa avaliação é que, apesar de algum impacto negativo esperado a curto prazo, a situação permanece administrável e não afeta os resultados operacionais principais. A administração indicou sinais iniciais de flexibilidade regulatória por parte da ANP e espera uma resolução por meio de canais administrativos, com opções judiciais como último recurso”, explicam os analistas Rodrigo Almeida e Gustavo Cunha.
Segundo eles, é importante ressaltar que não há suspensão afetando a tese de valorização composta para a Dexxos, com a empresa permanecendo bem posicionada para continuar a diversificar em direção a nichos de maior margem, notadamente resinas especiais e demanda ligada à energia fotovoltaica, apoiada por um balanço sólido e alocação de capital disciplinada.
A recomendação às ações da Dexxos continua em compra, com preço-alvo de R$ 12. O valor indica um potencial de valorização de aproximadamente 50%.
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