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Ministro do Trabalho se reúne com centrais sindicais para tratar de Americanas (AMER3)

Ministro do Trabalho se reúne com centrais sindicais para tratar de Americanas (AMER3)

O Ministro do Trabalho Luiz Marinho se reúne nesta segunda-feira (30) com centrais sindicais para tratar de Americanas (AMER3). Ele viaja a São Paulo. Por volta das 8h ele deverá conversar com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e outras entidades. Vale destacar que a varejista tem 44 […]

O Ministro do Trabalho Luiz Marinho se reúne nesta segunda-feira (30) com centrais sindicais para tratar de Americanas (AMER3). Ele viaja a São Paulo.

Por volta das 8h ele deverá conversar com a Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e outras entidades.

Vale destacar que a varejista tem 44 mil empregados e desde que veio à tona o rombo fiscal de R$ 20 bilhões em seus balanços, abriu-se um temor de desemprego, falta de pagamento e outros problemas de ordem trabalhista.

Empregados do Rio de Janeiro, inclusive, fizeram uma manifestação na porta da companhia no dia 27 de janeiro, e já há 17 mil ações trabalhistas em curso na Justiça. Esse volume chega a R$ 1,53 bilhão.

Imagem mostra livro de registros contábeis.

Americanas (AMER3): busca e apreensão

Na última semana a Justiça emitiu mandado de busca e apreensão para e-mails de diretores e controladores da varejista. Na sequência, a companhia entrou com recurso contestando o mandado.

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Na esteira destes acontecimentos, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu acesso aos e-mails corporativos. O “xerife” do mercado quer saber se houve falha ou fraude e pretende responsabilizar diretores e acionistas controladores de forma individual.

Também há um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) circulando em Brasília. Um congressista está recolhendo assinatura para, com isso, levar a companhia ao Distrito Federal para responder aos parlamentares de forma pública.

Isso porque este é o maior caso de fraude em uma empresa listada na bolsa de valores – embora no momento o caso seja tratado como suposição, visto que as investigações estão em andamento e não há condenações, ainda.

O rombo

Tudo começou no dia 11 de janeiro quando o ex-CEO Sergio Rial informou ter encontrado inconsistências contábeis na companhia da ordem de R$ 20 bilhões. Por conta disso, ele pediu renúncia do cargo dez dias após tê-lo assumido.

Menos de 48h depois a companhia informava ter dívidas acima dos R$ 40 bilhões e viu suas ações derreterem na bolsa brasileira. Por isso, foi excluída de todos os índices e perdeu mais de R$ 8 bilhões em valor de mercado, desde então.