O Ibovespa hoje (7) fechou em queda de 0,74%, aos 204.302 pontos, após oscilar entre a mínima de 204.176 e a máxima de 206.877 pontos. O volume financeiro somou R$ 40,3 bilhões. O pregão foi marcado pela pressão no mercado de títulos americano e pela divulgação da ata do Fed.
Nos Estados Unidos, as bolsas também fecharam no vermelho, com a alta contínua dos rendimentos dos títulos do Tesouro, que atingiram níveis não vistos em mais de duas décadas. O título de 10 anos chegou a 5,365%, o maior patamar desde abril de 2002. O de 30 anos subiu a 5,732%, a maior taxa desde maio de 2002.
O Dow Jones perdeu 341,41 pontos (0,66%), para 51.179,87. O S&P 500 caiu 0,22%, a 7.801,77 pontos, e o Nasdaq Composite fechou aos 27.538,69 pontos.
Ata do Fed reforça cautela
Também pesou a ata do Fed, divulgada nesta quarta. O documento mostra que a maioria dos dirigentes do Federal Reserve avalia que mais um aumento dos juros nos EUA provavelmente será apropriado até o fim do ano, sem indicar quando exatamente. Os participantes disseram abordar cada reunião “com a mente aberta”, e as decisões dependerão dos dados e do equilíbrio de riscos.
Na reunião, todos os participantes apoiaram a alta de 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4%. Segundo a ata, a medida deve levar a inflação de volta à meta de 2% mais rapidamente.
Maiores altas do Ibovespa
- Magazine Luiza (MGLU3): +5,09%, a R$ 9,68;
- Cury (CURY3): +4,77%, a R$ 32,37;
- Marfrig (MBRF3): +4,10%, a R$ 18,40;
- Cogna (COGN3): +3,90%, a R$ 2,91;
- Brava Energia (BRAV3): +3,32%, a R$ 19,92.
Maiores quedas do Ibovespa
- Bradesco PN (BBDC4): -3,68%, a R$ 21,98.
- Natura (NATU3): -9,03%, a R$ 7,35;
- Embraer (EMBJ3): -5,11%, a R$ 89,79;
- Hapvida (HAPV3): -4,59%, a R$ 8,56;
- Assaí (ASAI3): -4,43%, a R$ 12,04;
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