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Menor tensão na Ucrânia e lockdowns na China reduzem pressão sobre preços das commodities

Menor tensão na Ucrânia e lockdowns na China reduzem pressão sobre preços das commodities

Redação EuQueroInvestir

Redação EuQueroInvestir

12 Abr 2022 às 15:31 · Última atualização: 12 Abr 2022 · 2 min leitura

Redação EuQueroInvestir

12 Abr 2022 às 15:31 · 2 min leitura
Última atualização: 12 Abr 2022

Preços das Commodities: graos

Unsplash

De acordo com relatório BTG Pactual (BPAC11) sobre preços das commodities, houve uma evolução positiva do conflito na Europa, o que mudou o viés das negociações para os principais produtos.

O arrefecimento da tensão militar entre a Rússia e a Ucrânia mudou a direção da cotação da maioria das commodities. A oferta russa de petróleo, responsável por mais de 7 milhões de barris diários nas exportações globais, parece estar assegurada, o que trouxe a cotação da commodity energética para próximo de US$ 100/barril.

Além deste elemento, um novo anúncio de liberação de reservas estratégicas dos EUA também conduziu preços para baixo. Mas, segundo o banco, “esta ação da Casa Branca não será suficiente para equilibrar o quadro de oferta atual”.

Queda também dos grãos e do minério com China

O novo cenário provocou reversão no ímpeto de alta das cotações de grãos, com destaque para milho e soja, que também estão sendo afetados pela expectativa em relação à demanda da China, que pode ser menor devido ao desaquecimento da atividade econômica puxada por novos lockdowns para conter o avanço da Covid-19.

Este vetor, inclusive, está “travando” preços do minério de ferro, que pode tomar tendência de alta a partir de novos estímulos fiscais e monetários por parte do governo chinês.

gráficos com evolução dos preços das commodities

Reprodução/BTG

Confira abaixo o cenário do BTG para cada uma das principais commodities:

  • Petróleo: Evolução nas discussões por um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia e liberação de reservas estratégicas nos EUA reduziram pressão sobre a oferta.
  • Minério de ferro: Aceleração de casos da Covid-19 na China promoveu deterioração de Índice dos Gerentes de Compras (PMI’s).
  • Soja: Cotações pressionadas por dados dos EUA, que sinalizaram maior área de soja da história.
  • Milho: Correção com avanço positivo da 2ª safra no Brasil e evolução benigna das negociações Rússia/Ucrânia.
  • Boi Gordo: Mercado dividido entre demanda doméstica fraca e exportações para China em nível alto.
  • Açúcar: Relação de substituição entre açúcar e combustíveis fortaleceu cotações, mas mercado segue atento à demanda mais fraca.
  • Etanol: Segue revertendo movimento de queda iniciado no final do ano passado.
  • Café Arábica: Evolução nas discussões por um cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia reduziram temor com demanda europeia.
Tabela com cotações das commodities

Reprodução/BTG

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