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PGBL ou VGBL: conheça as diferenças e encontre a melhor opção para você

PGBL ou VGBL: conheça as diferenças e encontre a melhor opção para você

Osni Alves

Osni Alves

13 Mai 2022 às 14:42 · Última atualização: 19 Jun 2022 · 11 min leitura

Osni Alves

13 Mai 2022 às 14:42 · 11 min leitura
Última atualização: 19 Jun 2022

PGBL ou VGBL são dois planos de previdência privada. Escolha o seu!

PGBL e VGBL são dois planos de previdência privada que estão entre as principais escolhas na hora de fazer uma capitalização pensando no futuro.

Quem deseja uma velhice mais tranquila já se deparou com estas siglas em algum momento da vida. Isso porque certamente ela foi indicada por algum amigo ou até ofertada por algum gestor financeiro.

E, de fato, elas são realmente bons produtos de investimento para quem busca essa finalidade: aposentadoria, pois ajudam a incrementar a renda.

Mas afinal, o que é PGBL e VGBL?

Agora, se você quer saber o que significa PGBL e VGBL, a primeira sigla diz respeito ao Plano Gerador de Benefício Livre, enquanto a segunda diz respeito ao Vida Gerador de Benefício Livre.

Em relação à diferença entre ambas, ocorre que elas são classificadas de maneira diferente, sendo que a primeira sigla é tida como um plano de previdência complementar, enquanto a segunda sigla é tida como um seguro de pessoa.

Vale destacar, porém, que a principal diferença entre estes planos está na forma de tributação. Saiba que no PGBL, o investidor pode abater as contribuições feitas do Imposto de Renda até o limite de 12% de sua renda bruta anual. Esses impostos são cobrados só no resgate e incidem sobre todo o valor.

Já no caso da VGBL, os impostos também são cobrados só no resgate, mas incidem somente sobre a rentabilidade.

Pode falar mais sobre a forma de tributação do PGBL e do VGBL?

De fato, conhecer bem a forma de tributação destes dois planos faz toda a diferença na hora de escolher um deles. Para ficar bem claro a você, vamos esmiuçar essa informação, de maneira que ela fique bem-entendida e lhe ajude na hora de analisar a que melhor se encaixa em seu perfil.

Começando pelo PGBL, podemos dizer que a principal característica deste plano é o benefício fiscal que possibilita que os aportes mensais sejam deduzidos da base do Imposto de Renda, respeitando o limite de 12% da renda bruta tributável.

Significa dizer que se você tem um rendimento anual de R$ 100 mil, pode investir até 12% desse valor em um PGBL, ou seja, R$ 12 mil. Sendo assim, quando for declarar o IR, o próprio sistema vai calcular sua renda tributável em R$ 88 mil, fazendo a cobrança em cima desse valor.

Mas percebe que essa opção só está ao alcance daqueles que fazem a declaração completa do Imposto de Renda. Esse modelo, por sua vez, é recomendado para quem tem mais despesas do que o normal para abater, tais como gastos com plano de saúde, educação, dependentes etc.

Seguindo o exemplo dado acima, vale acrescentar que caso a soma de todas as suas deduções passe de R$ 16.754,34, a declaração completa é a melhor opção.

Lembre, ainda, que o IR será cobrado, mas só ao fim do período de investimento, visto que quando chegar o momento do resgate o tributo vai incidir sobre os aportes mais os rendimentos, ou seja, o valor total.

Podemos elencar, também, que um dos benefícios dessa opção é que o valor que iria para o IR poderá ser aplicado, gerando rendimentos. Isso vai aumentar o seu patrimônio.

E o VGBL?

O VGBL, neste caso, é bastante parecido com o PGBL. Entretanto, podemos afirmar que a maior diferença está no fato deste não ter esse benefício fiscal para os contribuintes.

Do lado positivo, o IR também é cobrado somente ao fim do período de aplicação e incide apenas sobre os rendimentos. Outro benefício é que o investimento pode passar de 12% da renda anual — o que não é possível no PGBL.

Você já deve ter percebido que este modelo é mais recomendado para quem faz a declaração simplificada do IR — pessoas que têm poucas deduções a fazer —, ou é isento — porque ainda não tem renda mínima para a cobrança.

Pode falar mais sobre a tributação?

Conhecer os pormenores acerca da tributação é um passo importante para definir a escolha do plano. Tanto para o PGBL quanto para o VGBL ocorrem duas tabelas, sendo a progressiva ou a regressiva. A primeira é referente ao montante e, a segunda, ao tempo.

Assim, cabe dizer que a tabela progressiva é a mesma que vale para os salários, e quanto maior a renda, maior o imposto. Na tabela regressiva, contudo, quanto maior o tempo de investimento, menor será a cobrança.

Por isso, na hora de optar por uma das duas, vale levar em consideração o tempo de contribuição, visto que a tabela regressiva é a melhor escolha para quem pretende deixar o dinheiro aplicado por mais de 10 anos.

Em relação ao valor do rendimento, é importante frisar que na tabela progressiva os impostos aumentam conforme o valor sobe. Portanto, se os seus rendimentos foram altos (acima de sete mil), pode ser mais viável adotar o regime regressivo.

Outro ponto muitíssimo importante trata de ativos financeiros, pois quando você investe em previdência privada, parte do seu dinheiro pode ser aplicado em diferentes produtos de investimento. Acontece que a lei estabelece que 70% dos aportes podem ser destinados à renda variável, como as ações, e elas têm duas características bem interessantes, sendo a primeira a rentabilidade, e a segunda o risco. É a velha máxima: “quanto maior o risco, maior o retorno”.

PGBL ou VGBL são dois planos de previdência privada. Escolha o seu!

Mas o que é, exatamente, previdência privada?

Essa é realmente uma boa pergunta e podemos explicar afirmando que todo cidadão terá, ao final de sua idade produtiva, uma aposentadoria cujo pagamento segue uma série de regras, mediante o próprio salário que o trabalhador auferiu ao longo da jornada.

Isso faz com que para uma parcela considerável da população, a aposentadoria oriunda do Poder Público não seja suficiente para arcar com os custos da velhice. Assim, muita gente busca um plano alternativo para incrementar a renda que terá quando estiver fora do mercado de trabalho. Esse plano alternativo é a previdência privada.

Mas, conceitualmente, podemos dizer que a previdência privada é um sistema de aposentadoria particular, que não está ligado ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Em razão da Reforma Previdenciária, de 2019, essa foi uma opção que começou a ganhar muito destaque e levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprev), entre 2020 e 2021, mostra que a procura por esse serviço cresceu em 16% em todo o Brasil.

Além disso, talvez a informação mais importante seja saber que a previdência privada se divide em duas fases, sendo a de acumulação e a do benefício.

  • acumulação: durante o período ativo de trabalho o dinheiro é aplicado a fim de acumular rendimentos que serão aproveitados no futuro;
  • benefício: é, basicamente, quando se para de contribuir e começa a resgatar. Nessa etapa, é possível escolher se quer sacar o dinheiro aos poucos, recebendo uma renda vitalícia mensal, ou por inteiro.

Qual a correlação entre previdência privada e ações?

Se você está curioso em saber qual a correlação entre previdência privada e ações, conforme dito anteriormente, saiba que assim como outros fundos de investimento, a previdência privada é administrada por gestores.

Desta forma, estes administradores profissionais aplicam os recursos em ativos como títulos de renda fixa e ações e, como a previdência privada é considerada um investimento seguro e mais conservador, estes fundos costumam aplicar majoritariamente na renda fixa de curto prazo. Mas nem sempre!

Isso porque por ser um veículo de investimento de longo prazo, também é possível encontrar fundos de previdência mais arrojados, com parcela relevante em renda variável.

Em relação a segurança, é importante mencionar que a Superintendência de Seguros Privados (Susep), do Ministério da Economia, é quem fiscaliza os fundos brasileiros de previdência privada.

Não se esqueça que há uma grande diferença entre a previdência pública e a privada. A pública, gerida pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) é uma contribuição mensal obrigatória e proporcional à renda e ao regime de trabalho.

Na outra ponta, a previdência privada é uma forma livre de investimento, em que o contratante pode avaliar diferentes planos e escolher quanto deseja aplicar de cada vez.

Investir em previdência dá muito trabalho?

Se você quer saber se investir em previdência dá muito trabalho, vale dizer que o esforço para assegurar uma aposentadoria tranquila enquanto é tempo é muito inferior ao esforço para colocar a casa em ordem quanto a idade já avançou.

Neste sentido, vale considerar as palavras de Allan Teixeira, head de previdência da EQI Investimentos, para quem um dos grandes problemas hoje é a falta de planejamento financeiro do brasileiro. Para ele, a maioria das pessoas acha que a aposentadoria é algo muito distante. Por isso, demoram muito para dar importância ao assunto.

“Quando abordamos o tema com clientes, mostramos estatísticas de quantas pessoas ainda não conseguiram se aposentar. Muitos que estão em idade de aposentadoria ou ainda estão trabalhando ou dependem da família. Em grande parte, isso se deve à falta de educação financeira, e a previdência é um instrumento muito eficiente nesse sentido”, afirma.

Sabemos que uma das principais dificuldades para começar a investir é justamente a disciplina de reservar parte do dinheiro a cada mês. Porém, o quanto antes você fizer isso, mais rápido conseguirá garantir a sua independência financeira. Além disso, existem planos de previdência para todos os bolsos e perfis de investidores.

Recorrendo a assessores para se municiar de todas as informações

Mesmo compreendendo tudo acerca de investimentos, é recomendável também contar com profissionais especializados na hora de fazer levantamentos, cálculos e decidir por vender ou segurar.

A EQI Investimentos, por exemplo, conta com mais de mil profissionais treinados para oferecer sempre a melhor assessoria sobre todo tipo de investimento. A empresa atende por telefone, chat, e-mail e coloca seu time à disposição para ligar aos interessados também.

Além disso, mantém no ar o portal Euqueroinvestir.com com notícias, artigos e análises de maneira a manter seu público sempre bem-informado. E não apenas isso, mas também um canal no YouTube com aulas, análises, call de mercado e tudo o que é essencial ao investidor, seja ele iniciante ou alguém cum uma carteira robusta.

EQI é BTG Pactual (BPAC11)

A EQI alcançou, recentemente, R$ 14 bilhões sob custódia, o que faz dela uma das maiores assessorias do país. Isso se dá também por conta dos muitos escritórios em cidades importantes, sendo capitais ou não.

Além disso, a EQI é associada do BTG Pactual (BPAC11), ou seja, tratar com a EQI é tratar com o maior banco de investimentos do Brasil, o que garante agilidade e segurança, além de uma infinidade de opções e operações à disposição do investidor.

Inclusive, o investidor que quiser se aprofundar ainda mais acerca da marcação a mercado pode obter, gratuitamente, um documento do próprio BTG. O objetivo, com isso, é municiar o investidor com todos os recursos possíveis, de maneira que ele conheça cada vez mais e se sinta seguro e confortável para fazer seus movimentos no mercado de capitais.

  • Quer saber mais sobre PGBL e VGBL e como investir? Então preencha este formulário que um assessor da EQI Investimentos entrará em contato para mostrar as aplicações disponíveis!
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