Café
Home
Notícias
Money Week: veja como foi o último dia de evento

Money Week: veja como foi o último dia de evento

Hoje foi o último dia da quinta edição da Money Week. O evento teve a presença de mais de 50 convidados, que debateram diversos temas

Hoje foi o último dia da 5ª edição da Money Week. O evento teve a presença de mais de 50 convidados, que debateram diversos temas relacionados ao mundo dos investimentos.

Clique aqui e confira tudo o que rolou nos cinco dias de Money Week

No encerramento do evento, Juliano Custódio, CEO da EQI Investimentos, e Marcelo Flora, sócio e head do BTG Pactual Digital, falaram sobre o futuro da parceria EQI-BTG. A expectativa é que, após a aprovação do Banco Central, a EQI vire corretora no início de 2022.

Marcelo Flora destacou que a EQI chamou a atenção do BTG por ser uma empresa fora do eixo Rio-São Paulo que estava crescendo rapidamente.  “Isso chamou nossa atenção e a EQI combinava com tudo que a gente estava fazendo aqui (no BTG)”, destacou ele.

Assim, EQI e BTG começaram a se aproximar e surgiu a solução criativa de transformar a EQI em corretora.

Publicidade
Publicidade

“Enxergamos a oportunidade de fazer algo muito maior, de sermos sócios e não apenas parceiros”, afirma Marcelo Flora.

No último evento da quinta Money Week, Juliano Custódio instigou Marcelo Flora a vislumbrar como deve ser o futuro das corretoras. Para o head do BTG inovação será o caminho para quem quiser se destacar.

“Inovação não é um lugar que você chega e descansa, tem que estar sempre evoluindo e tecnologia é a chave”, pontua Flora.

No BTG, por exemplo, ele afirma que a equipe está em constante evolução para melhorar as soluções que o banco já possui hoje.

“O foco é melhorar a experiência do cliente, de qualquer faixa etária. Uma que já começamos a trabalhar é a possibilidade de, a partir da conta aberta aqui no Brasil, ter uma conta no mercado americano e operar ativos que são listados lá. Compra ação da Apple e liquida aqui no Brasil em reais. Consultar seu extrato e ver a parcela no mercado local, mercado internacional”, adianta ele.

Acompanhe aqui o evento completo.

Indexadores e tributação na renda fixa

Para falar sobre indexadores e tributação na renda fixa, a quinta Money Week recebeu Pedro Moreira, manager da EQI Investimentos.

Basicamente, o investidor pode ter três tipos de ganhos na renda fixa:

– prefixado: o ganho é conhecido frente à taxa contratada;

– pós-fixado: o ganho é estimado frente à taxa contratada;

– inflação + juros fixo: parte do ganho é formado por uma taxa fixa, e a outra parte segue um indexador.

Em tempos de inflação, uma das principais preocupações de quem investe é preservar o patrimônio da desvalorização do dinheiro. Dessa forma, é importante ter parte dos recursos investidos em alguma modalidade de renda fixa atrelada ao IPCA.

Por outro lado, quando os juros estão em queda, acaba sendo interessante assegurar uma rentabilidade prefixada. Ou seja, mesmo que a Selic caia, o rendimento do investimento não sofrerá com essa queda.

Já o pós-fixado acompanha as variações do mercado e tende a pagar mais ou menos de acordo com a evolução das taxas.

Selic volta a escalar e investidor corre para a renda fixa

A Selic, que é a taxa básica de juros da economia, foi reajustada na última quarta-feira (27) para 7,75% ao ano, e esse movimento colocou ainda mais a renda fixa no radar do investidor.

Isso porque a taxa é usada como referência na renda fixa e, com ela em elevação, esse tipo de investimento se torna atrativo em relação à renda variável e poupança.

“A poupança nem é investimento. Ela está mais para uma carteira que remunera o capital aplicado ali por 30 dias”, disse Walter Manfro, sócio e coordenador de produtos estruturados da EQI Investimentos.

Ele explicou que o governo financia a habitação por meio da poupança, ou seja, o poupador está emprestando dinheiro para o governo que redireciona com juros consideravelmente baixos para o cidadão que quer comprar ou construir. Ou seja, o objetivo não é bem-remunerar o aplicador.

Small Caps: setores de petróleo e tecnologia estão em alta

Para falar sobre o assunto, especificamente sobre small caps dos setores de petróleo e tecnologia, a quinta edição da Money Week recebeu Hugo Queiroz, gestor e estrategista-chefe do TC Matrix, e Max Bohm, head em small caps do TC.

Mesmo com o crescimento dos investimentos ESG e a maior demanda por energia limpa no mundo, o setor de petróleo e gás continua apresentando forte desempenho.

Segundo Max, a temática ESG é algo que veio para ficar, e a tendência é de que empresas e investidores cada vez mais fiquem mais atentos a isso. Porém, esse ainda é um longo caminho a percorrer.

“Logicamente, veremos carros elétricos mais disseminados pelos países, assim como energia solar e eólica, por exemplo. No entanto, se olharmos para um horizonte de 10 anos, petróleo e gás continuarão sendo matrizes energéticas importantes para o mundo. É por isso que vemos esse setor com potencial grande de valorização. Principalmente quando falamos das empresas menores, que chegaram na bolsa mais recentemente.”

Nesse sentido, Bohm cita duas empresas especificamente: a 3R Petroleum e a PetroRecôncavo. Ambas operam campos maduros, que eram da Petrobras e que estão sendo vendidos no programa de desinvestimento do governo.

“Com o petróleo acima de US$ 80 e com o trabalho dessas empresas no sentido de melhorar a eficiência operacional, pode-se extrair bons resultados desses ativos. Além disso, não podemos esquecer que, em breve, entraremos em uma fase de maior demanda pela commodity, que é o inverno europeu. Isso tende a manter o preço do petróleo alto, ao menos por mais alguns meses”, diz o gestor.

Hugo Queiroz também compartilha da opinião de Max, e acrescenta: “Em relação ao ESG, ainda temos um grande caminho a trilhar no Brasil. Isso porque a construção de uma cadeia de energia limpa ainda precisa de muitos investimentos por aqui, o que ainda vai demorar para acontecer.”

A evolução do crédito no mercado de capitais

Para falar sobre crédito no mercado de capitais, a quinta edição da Money Week recebeu Fabrizzio Marchetti, CEO da Milenio Capital, e André Pina, COO da Capitalys. Ambos atuam em empresas que captam recursos para fintechs por meio de crédito estruturado.

Desde o início da pandemia, o mercado viu uma grande expansão no crédito estruturado. Nesse sentido, a captação de FIDCs (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios) superou R$ 100 bilhões, e muitas pessoas físicas saíram de bancos para trabalharem com gestoras desses ativos.

De acordo com Pina, a queda da Selic foi um dos fatores que motivou a procura por investimentos em crédito estruturado. Há alguns anos, era muito fácil ter bons retornos com as antigas taxas altas da renda fixa. No entanto, a queda dos juros fez o investidor sair da zona de conforto para olhar outros investimentos mais atrativos em termos de rentabilidade.

“E esse movimento não foi só das pessoas físicas”, complementa Pina. “Nesse sentido, investidores institucionais, como grandes bancos, também buscaram investimentos alternativos relacionados a créditos estruturados”, diz.

Além disso, o avanço da tecnologia também ajudou a fomentar os investimentos em fintechs, seja para as tomadoras de crédito ou para quem deseja investir nessas empresas.

Resiliência e oportunidade em fundos imobiliários

Júlia Wazlawick, embaixadora da Necton Investimentos, foi uma das palestrantes do Money Week, evento on-line gratuito que termina nesta sexta-feira (29).

Segundo Júlia, os fundos imobiliários tiveram desempenhos diversos durante a crise de Covid-19.

“Os desempenhos dos fundos de shoppings centers antes da pandemia tiveram um passado glorioso, mas durante a crise, tiveram perda pelo fechamento dos shoppings e o distanciamento social. Por  outro lado, durante a pandemia passamos a comprar várias coisas na internet e isso impulsionou os fundos imobiliários de armazéns logísticos que cresceram por conta do e-commerce”.

Portanto, ela orienta novamente, é necessário análise e boa informação. “O ideal é realizar um estudo de caso a caso e entender o contexto econômico antes de comprar uma cota de um fundo”, afirma.

O mercado ainda vive um momento desafiador devido à pandemia, mas os fundamentos dos fundos imobiliários continuam sólidos, analisa Julia.

Ela cita como aspectos positivos a aceleração do cronograma de vacinação e a volta das atividades dos shoppings e escritórios. “Temos os juros aumentando, é verdade. Mas, comparando com anos anteriores, tínhamos uma Selic muito maior. Então, já estamos em um momento diferente de mercado”, avalia.

Perspectivas da economia mundial nos próximos anos

David Rosenberg, co-gerente de portfólio das estratégias de títulos de alto rendimento e de alto rendimento global da Oaktree, foi um dos convidados do último dia da Money Week.

Ele falou sobre Perspectivas da economia mundial nos próximos anos”.

Para Rosenberg, o mundo vive atualmente um período de recuperação frágil, em que muitas pessoas perderam o emprego por conta da pandemia e no qual a economia se manteve às custas de incentivos governamentais que terão que chegar ao fim.

“O que se quer é retirar o estímulo sem comprometer o crescimento. Quando as pessoas ficaram em casa, receberam auxílio do governo e conseguiram comprar coisas. Agora, sem ajuda, precisam voltar ao trabalho”, resume.

No entanto, ele afirma, o processo não é tão simples assim. “Uma das coisas que mais ouço de CEOs de empresas é que, depois de um momento assim, as empresa aprendem a funcionar de maneira mais enxuta, mais eficiente”. Ou seja: muitas pessoas voltarão ao trabalho, mas muitas não terão mais emprego. Ainda assim, ele explica, será preciso manter o consumo e a economia girando. E conclui: “Há razão para sermos cautelosos”.

Para ele, encarar o período como crise ou oportunidade depende do quão otimista a pessoa é. “Para mim, há um aspecto muito positivo a se capturar no mercado. Mas é preciso ter cuidado para observar se não se está investindo em empresas que precisam que tudo ocorra perfeitamente bem daqui em diante para serem lucrativas. Porque as coisas não funcionam assim”, orienta.

Quem já passou por Money Week

Em suas quatro primeiras edições, a Money Week já trouxe Rogério XavierLuis StuhlbergerAndré EstevesLuiz BarsiSergio ZimermanTarcísio de FreitasHenrique BreddaEvandro PereiraFábio CoelhoHenrique MeirellesRodrigo Maia, entre outros.

Grandes números:

A grandiosidade de Money Week e o seu papel como agente de transformação do mundo dos investimentos se observa pelos números das quatro primeiras edições:

  • Mais de 250 mil pessoas já participaram das quatro primeiras edições.

5ª Money Week

Com mais de 50 convidados, a quinta edição da Money Week terá mais de 20 horas de conteúdo exclusivo dentro dos cinco dias de evento. Diversas palestras, minicursos e outros tipos de conversa vão trazem um enorme leque de aprendizado aos inscritos.

Veja as trilhas previstas para essa edição:

  • Cenário econômico;
  • Juros em alta;
  • Renda variável;
  • Balanceamento de carteira;
  • Diversificação;
  • Conteúdo variado;
  • Gestão de carteiras;
  • Educação financeira.

Prêmios Money Week

Além de ampliar seu conhecimento, ao participar de Money Week será possível ganhar prêmios, exclusivos. Tudo que é preciso fazer é confirmar sua inscrição! Em seguida, um link será enviado para convidar amigos para participar da Money Week. Quanto mais pessoas se inscreverem pelo seu link, melhores os seus prêmios.

Veja quais são:

TOP 1

Ganhe o MBA de Finanças e Educação Financeira com Jordan Belfort, o Lobo de Wall Street, no valor de R$ 13.872,00 + 1 ano de assinatura Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Viagem para NY, para visitar a Nasdaq (prêmio não acumulativo)

TOP 2

Ganhe o MBA de Finanças e Educação Financeira com Jordan Belfort, o Lobo de Wall Street, no valor de R$ 13.872,00 + 1 ano de assinatura Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês  (prêmio não acumulativo)

TOP 3

Ganhe o MBA Profissional de Finanças, Banking, Brokers e Traders, no valor de R$ 9.650,00 + 1 ano de assinatura Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês (prêmio não acumulativo)

30 amigos inscritos

Ganhe o MBA Profissional de Finanças Banking, no valor de R$ 9.650,00 + 1 Ano de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês (exclusivo para os 10 primeiros que baterem a meta)

20 amigos inscritos

Ganhe o Curso Construindo Renda com Fundos Imobiliários da Exame Academy, no valor de R$ 879,00 + 1 ano de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + 3 meses de Avenue Academy, no valor de R$ 59,90/mês. (Exclusivo para os 20 primeiros que baterem a meta)

10 amigos inscritos

Acesso 100% LIBERADO ao curso Iniciação: Primeiros Passos para Investir na Bolsa da falta Exame Academy, no valor de R$ 149,90 + 1 ano de acesso ao Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese & Aline Cardoso. (Exclusivo para os 100 primeiros que baterem a meta)

5 amigos inscritos

Ganhe o curso A Renda Fixa não Morreu da Exame Academy, no valor de R$ 298,80 + 1 ano de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese & Aline Cardoso. (premiação acumulativa)

3 amigos inscritos

6 meses de acesso 100% LIBERADO de MONEY PLAY, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese & Aline Cardoso. (prêmio acumulativo)

1 amigo inscrito

3 Meses de Money Play, no valor de R$ 49,90/mês + Live Exclusiva com Denys Wiese + Aline Cardoso.

? Não perca tempo e não deixe passar essa oportunidade! Inscreva-se na Money Week!