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Tok&Stok tem aporte de R$ 100 milhões

Tok&Stok tem aporte de R$ 100 milhões

A Tok&Stok, uma empresa varejista de móveis e decoração, fundada São Paulo em 1978, recebeu aporte de R$ 100 milhões oriundos da gestora americana Carlyle, e outros acionistas. Isso porque, conforme comunicado, chegou a um acordo com os bancos credores para um reperfilamento de toda sua dívida bancária, estimada em R$ 350 milhões. Vale lembrar […]

A Tok&Stok, uma empresa varejista de móveis e decoração, fundada São Paulo em 1978, recebeu aporte de R$ 100 milhões oriundos da gestora americana Carlyle, e outros acionistas.

Isso porque, conforme comunicado, chegou a um acordo com os bancos credores para um reperfilamento de toda sua dívida bancária, estimada em R$ 350 milhões.

Vale lembrar que a companhia possuía lojas e quiosques espalhados em 33 cidades por 20 estados do Brasil e mais o Distrito Federal.

Já a Carlyle é o acionista controlador e a entrada de capital estava no radar do mercado, o que facilitou para que a empresa e os bancos chegassem a um consenso.

Em nota divulgada mais cedo, a Tok&Stok ressaltou que o aporte fortalece o caixa da companhia em um momento em que a dívida bancária foi reestruturada, liberando os próximos 2 anos de pagamento aos bancos e permitindo que a operação volte a ser prioridade.

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Também disse que, como resultado de seu processo de reestruturação, a companhia já apresenta geração de caixa positiva em 2023.

Tok&Stok: lojas

Em função dos problemas de ordem financeira, a Tok&Stok confirmou o fechamento de 17 lojas consideradas não rentáveis e a mudança em seu organograma.

A companhia destacou, em nota, que diante de um momento desafiador de mercado, coloca seu foco na gestão de caixa e melhora da operação.

“Esse movimento manteve a presença física em todos os Estados em que já atuava e as 51 lojas da rede operam no positivo”, disse.

A Tok&Stok já vinha enfrentando problemas financeiros que foram agravados com a pandemia de covid-19, que chegou ao Brasil em fevereiro de 2020.

Para se ter ideia, em processo contra um fornecedor a empresa relatou que sua dívida total subiu de R$ 80 milhões para R$ 361 milhões entre 2019 e 2021.

Ainda em nota, reforçou que a conclusão dessa reestruturação financeira representa um sinal de confiança tanto dos credores financeiros, como dos próprios acionistas, que seguem otimistas em relação à retomada operacional da marca.