Apesar da alta nos preços do petróleo nesta segunda-feira (2), de em torno de 8%, a valorização é só o 38º maior ganho diário nesse período de 36 anos, mostra um gráfico publicado pelo Deutsche Bank.
O gráfico indica os agrupamentos de movimentos mais expressivos.
Portanto, embora seja uma grande mudança, para entrar no top 20, 10 e 5, precisaria de altas de +9,6%, +13,6% e +13,9%, respectivamente.
“Houve grandes oscilações durante a crise financeira global e a turbulência da Covid-19, enquanto a Guerra do Golfo em 1990-91 também registrou vários ganhos de dois dígitos”, explica o banco.

No futuro, explica a análise, muito dependerá do Estreito de Ormuz.
“Ainda que não esteja oficialmente fechado, a passagem por ele seria perigosa no momento, com restrições autoimpostas por praticamente todos que normalmente o atravessam”, lembra o banco.
Preços a US$ 150
Segundo o Société Générale, o eventual fechamento temporário do Estreito de Hormuz, em meio à escalada militar envolvendo EUA, Israel e Irã, poderia levar o preço do petróleo a US$ 150 por barril.
Esse é um cenário extremo, porém possível, caso o conflito atinja um nível que comprometa de forma significativa o fluxo do petróleo transportado pela rota mais estratégica do mundo.
O documento afirma que, nesse cenário, “o preço poderia atingir aproximadamente US$ 150 por barril, resultado da combinação entre perdas físicas de oferta e um prêmio de risco ao estilo Rússia”, algo considerado “indesejável para todos os grandes atores”, incluindo EUA, China e o próprio Irã.
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