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Gafisa (GFSA3) aceitará pagamentos em criptomoedas

Gafisa (GFSA3) aceitará pagamentos em criptomoedas

Em busca de inovação no mercado imobiliário, a Gafisa (GFSA3) informou na última segunda-feira (23), que aceitará pagamentos em criptomoedas.

A Gafisa (GFSA3) aceitará pagamentos em criptomoedas na compra de imóveis. A construtora já negocia os seus  apartamentos e empreendimentos em bitcoins.

Este projeto da Gafisa foi concebido em fevereiro de 2021, mas só foi posto em prática em maio deste ano, graças a uma parceria com a corretora cripto Foxbit, que atuará como amparo no recebimento de criptomoedas.

O CEO da empresa, Guilherme Benevides, destacou a importância do criptoativo em matéria publicada pela Revista Exame. Segundo o gestor, o bitcoin é a maior criptomoeda disponível, em valor de mercado, popularidade e tecnologia, segundo informação da Exame.

Gafisa (GFSA3): empreendimento com cripto

A inovação estará disponível em um empreendimento, o Flow by Gafisa, que está localizado na Rua Nestor Pestana, no bairro da Consolação em São Paulo. De acordo com a construtora, o prédio tem como público alvo pessoas que estão atentas às tendências do mercado.

O condomínio conta com 437 unidades, entre studios,  apartamentos de dois quartos e unidades que são duplex. As metragens variam, entre 21m2 e 61m2, além de contar com espaço de coworking, praça externa, spa, sala de massagem, lavanderia coletiva e um minimercado.

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Segundo o comunicado da Gafisa, a localização é estratégica e tem como objetivo agregar a sofisticação dos Jardins, com a tradição de Higienópolis e o chamado “Baixo Augusta”, que concentra a vida noturna de São Paulo.

Compra em criptomoedas

Para adquirir um imóvel em criptomoeda, o investidor terá que preencher um formulário de intenção e este documento será analisado pela Gafisa. O segundo passo é a assinatura do Termo de Dação para Pagamento, onde o comprador irá depositar o valor na conta da construtora, que será gerenciada pela Foxbit.

A cotação adotada será a do dia do recebimento e este depósito contará com um estudo de viabilidade de crédito e a origem do recuso será analisada pela corretora.

Esta iniciativa pode garantir uma maior movimentação no mercado imobiliário, que sofre com estagnação associada às instabilidades econômicas no Brasil.