O fundo imobiliário HGLG11 aprovou sua 12ª emissão de cotas e pode captar até R$ 1,500 bilhão com a operação.
Serão distribuídas até 9.012.799 novas cotas, em série única e sob regime de melhores esforços. A oferta ficou restrita aos investidores profissionais do próprio fundo.
O registro segue o rito automático na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), modalidade que dispensa análise prévia do pedido pela autarquia.
Preço da cota e direito de preferência
O preço de emissão saiu a R$ 166,43 por cota, calculado a partir do valor patrimonial do fundo em 31 de julho de 2026.
Sobre esse valor incide uma taxa de distribuição primária de R$ 0,07. Com o acréscimo, cada nova cota sai por R$ 166,50 na subscrição.
Quem já está na base tem direito de preferência, aplicado pelo fator de proporção de 0,19764153762 sobre a quantidade de cotas em carteira.
O investimento mínimo ficou em uma nova cota para todos os participantes da operação.
Distribuição parcial e destino dos recursos
A emissão pode ser encerrada sem a colocação integral do montante previsto. Para isso, o HGLG11 precisa captar ao menos R$ 1,000 milhão, o equivalente a 6.009 novas cotas.
Atingido esse piso, a oferta se completa mesmo bem abaixo do teto de R$ 1,500 bilhão inicialmente estimado.
Os recursos líquidos irão para a compra de ativos que se enquadrem na política de investimentos do fundo, conforme o fato relevante divulgado ao mercado.
O prazo de colocação vai até 180 dias contados da divulgação do anúncio de início, caso a distribuição não termine antes.






