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Copa 2026: quanto custa seguir o Brasil nos EUA?

Copa 2026: quanto custa seguir o Brasil nos EUA?

Passagens, hotéis, ingressos, câmbio, seguro e deslocamentos entre três cidades entram na conta de quem quer ver a seleção na fase de grupos, da viagem econômica à experiência premium

Quem decide ver o Brasil na Copa de 2026 descobre rápido que o ingresso é só o começo da conta, porque a parte mais cara da viagem raramente está no estádio. Ela se esconde no dólar que encarece tudo, no hotel de cidade-sede em semana de jogo, no deslocamento entre Nova York, Filadélfia e Miami e na soma de itens que ninguém lembra de incluir no primeiro impulso, como seguro, visto, transporte para o estádio e a margem para imprevistos que toda viagem internacional exige.

A seleção de Carlo Ancelotti caiu no Grupo C e fará toda a primeira fase na Costa Leste dos Estados Unidos, em três sedes diferentes.

O Brasil estreia contra Marrocos no sábado, 13 de junho, às 19h de Brasília, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey. No dia 19 de junho, em uma sexta-feira, às 21h30, a equipe enfrenta o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. E fecha a fase de grupos contra a Escócia em 24 de junho, quarta-feira, às 19h, no Hard Rock Stadium, em Miami.

Para quem pretende acompanhar o selecionado canário nas três partidas, esse calendário espalhado transforma a viagem em uma operação multi-cidades de quase duas semanas, com hospedagem em três pontos, deslocamentos internos, alimentação e transporte para estádios, tudo dolarizado.

A pergunta-chave é a seguinte: quanto uma pessoa precisa se planejar para gastar se quiser ver o Brasil na Copa nos Estados Unidos?

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A resposta depende de quantos jogos o torcedor quer assistir, da cidade escolhida, do padrão de hotel e do tipo de ingresso. Este guia se propõe justamente a fazer isso ao trazer três perfis de viagem, do econômico ao premium, sempre com faixas de orçamento em vez de um valor único.

Os números reunidos foram feitos a partir de cotações de operadores de turismo, tarifas oficiais de transporte e taxas de governo, e servem para dimensionar a viagem e não como preço fechado. Vale lembrar que câmbio, disponibilidade e categoria de ingresso podem mudar a conta de um dia para o outro.

Brasil terá roteiro de três cidades

A distribuição geográfica do Grupo C é o primeiro fator de custo a entrar na conta.

As três sedes do Brasil ficam na Costa Leste, mas longe entre si, já que de Nova York a Filadélfia são cerca de 150 quilômetros, trajeto que pode ser feito de trem ou de carro, enquanto de Filadélfia a Miami são quase 2 mil quilômetros, distância que praticamente obriga um voo interno e coloca um custo que não existiria em uma Copa em um país pequeno como o Catar, por exemplo, sede do último mundial de futebol.

Há ainda um detalhe que costuma confundir quem pesquisa hospedagem. Durante o torneio, o MetLife Stadium perde temporariamente o nome comercial e passa a ser identificado como NY/NJ Stadium, porque a FIFA não permite nomes de patrocinadores não oficiais nos estádios da competição, ainda que se trate do mesmo estádio que vai sediar a final, em 19 de julho, em East Rutherford.

O intervalo entre os jogos também pesa no orçamento de quem quer ver tudo. São seis dias entre a estreia e o segundo jogo e cinco dias entre o segundo e o terceiro, o que obriga o torcedor a decidir entre ficar nos Estados Unidos o período inteiro, bancando ao menos 11 noites de hospedagem, ou voltar ao Brasil entre uma partida e outra, opção que reduz diárias mas multiplica passagens.

Em cidades como Nova York e Miami, esse intervalo de hotel pode acabar pesando mais no orçamento do que o próprio ingresso.

O que entra na conta

A viagem deve ser dividida em blocos de custo que se comportam de formas diferentes, e entender cada um deles ajuda a enxergar onde está o gasto pesado e onde sobra margem para economizar.

Antes de chegar às tabelas de cenário, vale percorrer cada item com os valores de referência levantados no início de junho.

Passagem aérea internacional

É o ponto de partida da conta e varia conforme a antecedência da compra, a companhia e a cidade de chegada.

Levantamentos da CVC (CVCB3) em junho indicavam voos de São Paulo para Nova York a partir de R$ 3,54 mil por pessoa sem taxas, e para Miami a partir de R$ 3,78 mil, enquanto o trecho para Filadélfia aparecia mais salgado, a partir de R$ 5,25 mil.

Por virem de uma fonte comercial, esses valores funcionam como termômetro e valem ser cruzados com companhias aéreas e plataformas de busca antes do fechamento.

Deslocamento interno

Para quem segue a seleção nas três cidades, somam-se os voos ou trens entre as sedes, o transporte urbano e a ida ao estádio, num conjunto que pode ficar entre R$ 1,5 mil e R$ 4,5 mil por pessoa no roteiro completo.

Esse é o custo mais escondido da Copa, capaz de ser barato com planejamento e bem mais caro na improvisação.

Hospedagem

Tende a ser o maior item da conta em qualquer cenário, com Nova York e Miami concentrando a maior pressão de preço em semana de jogo. Filadélfia pode funcionar como respiro, mas não deve ser tratada como barata por padrão, já que cidade-sede em semana de Copa costuma operar com ocupação alta.

As cotações de referência da CVC iam de cerca de R$ 801 por pessoa em apartamento duplo num hotel de Miami a R$ 1,49 mil por pessoa na Filadélfia, sempre por diária, o que ajuda a entender por que de 10 a 13 noites podem consumir de R$ 10 mil a R$ 20 mil no roteiro de três jogos.

Ingresso

É o item mais mal interpretado da viagem. O preço do ingresso não é fixo e varia conforme o jogo, a categoria, a demanda e o canal de compra, indo de cerca de R$ 700 para um assento da categoria mais acessível a vários milhares de reais nas faixas superiores.

Para o público geral, os preços de fase de grupos começam em torno de US$ 120 na categoria mais acessível e sobem conforme a localização do assento, a demanda e a fase do torneio, lembrando que sobre o valor de face ainda incide uma taxa de serviço da FIFA de cerca de 15% no fechamento da compra.

Acima dessa faixa está a hospitalidade oficial, operada pela On Location, provedora da FIFA, que combina assento premium com serviços como alimentação, bebida e áreas exclusivas e cujos preços chegam a dezenas de milhares de reais por jogo.

A orientação de serviço é direta e vale repetir, porque comprar apenas por canais oficiais, seja a plataforma de ingressos, seja o marketplace de revenda da própria FIFA, é a única forma de evitar o mercado paralelo, que cobra valores absurdos e ainda expõe o torcedor ao risco de um ingresso falso.

Alimentação

Está muito ligada ao perfil do viajante, e há uma boa âncora oficial para estimá-la, já que o governo americano usa, como referência para viagens a trabalho, uma diária de alimentação e gastos incidentais de US$ 92 em Nova York para 2026.

No dia a dia, o valor pode variar algo entre R$ 1,2 mil e R$ 2,5 mil por pessoa em uma estadia curta.

Seguro, visto e documentos

Mesmo sem figurarem entre os itens mais caros, são obrigatórios e precisam entrar na planilha desde o início, somando passaporte, visto americano, seguro viagem, chip internacional ou roaming, bagagem, taxas e eventuais deslocamentos para a entrevista consular.

No conjunto, esse bloco costuma ficar entre R$ 1,5 mil e R$ 3,5 mil por pessoa.

Compras e lazer

É a parte de estilo de vida da viagem, e raramente fica de fora, porque quem vai a Nova York, Miami e Filadélfia dificilmente se limita ao estádio.

Restaurantes, bares, rooftops, museus, beach clubs e compras podem se transformar em uma segunda viagem dentro da viagem.

Um jogo, três jogos ou premium

Para dimensionar a viagem em valores, esta reportagem trabalha com três cenários e faixas de valor por pessoa. As faixas usam a simulação de US$ 1 igual a R$ 5,20, próxima do câmbio do início de junho de 2026, e não incluem compras pessoais.

Cenário 1: um jogo do Brasil

Para quem quer viver a Copa sem transformar a viagem em expedição, com quatro a seis noites em uma cidade.

ItemFaixa estimada por pessoa
Passagem Brasil–EUAR$ 4 mil a R$ 7 mil
Hotel, 4 a 5 noitesR$ 3,5 mil a R$ 7,5 mil
Ingresso comumR$ 700 a mais de R$ 4 mil
AlimentaçãoR$ 1,2 mil a R$ 2,5 mil
Transporte urbano e estádioR$ 400 a R$ 1,2 mil
Seguro, chip, documentos e extrasR$ 1,5 mil a R$ 3,5 mil
Total estimadoR$ 11 mil a mais R$ 25 mil

Cenário 2: três jogos da fase de grupos

Para quem quer seguir a seleção em Nova York, Filadélfia e Miami, com 10 a 13 noites e deslocamentos internos.

ItemFaixa estimada por pessoa
Passagem internacional e multi-cidadesR$ 5 mil a R$ 9 mil
Deslocamentos internosR$ 1,5 mil a R$ 4,5 mil
Hotéis, 10 a 13 noitesR$ 10 mil a R$ 20 mil
Três ingressos comunsR$ 2,1 mil a mais de R$ 12 mil
AlimentaçãoR$ 4 mil a R$ 8,5 mil
Transporte local e estádioR$ 1 mil a R$ 3 mil
Seguro, chip, documentos e extrasR$ 2 mil a R$ 5 mil
Total estimadoR$ 25 mil a mais de R$ 60 mil

Cenário 3: experiência premium

Para o torcedor de alta renda, que prioriza conforto, logística assistida, hotelaria de alto padrão e hospitalidade oficial.

ItemFaixa estimada por pessoa
Passagens melhores ou flexíveisR$ 10 mil a mais de R$ 35 mil
Hotéis premiumR$ 25 mil a mais de R$ 60 mil
Hospitalidade oficialdezenas de milhares de reais, conforme o jogo
Transfers e logística assistidaR$ 5 mil a R$ 20 mil
Gastronomia, lazer e comprasR$ 10 mil a mais de R$ 50 mil
Total estimadoR$ 80 mil a mais de R$ 150 mil

Nota metodológica: as faixas não incluem compras pessoais e podem variar fortemente conforme câmbio, disponibilidade, categoria do ingresso, localização do hotel e data de emissão. Levantamento feito no início de junho de 2026.

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O que mais encarece

Alguns itens concentram o peso da conta e merecem atenção redobrada no planejamento.

A hospedagem em cidade-sede, sobretudo Nova York e Miami, costuma ser o maior vilão. Em seguida vêm o ingresso para jogo do Brasil, puxado pela demanda, e o câmbio, que encarece tudo de forma silenciosa porque quase todo gasto é em dólar.

O transporte em dia de jogo entra na lista quando o hotel fica longe do estádio, e a compra de última hora reduz as opções de voo e hotel, empurrando o preço para cima.

Há ainda o erro de localização, quando o torcedor escolhe um hotel barato e distante e acaba gastando mais em deslocamento do que economizou na diária.

Bagagem, taxas, gorjetas e a alimentação dentro ou perto do estádio fecham a conta dos custos que passam despercebidos.

O custo escondido: sair do estádio

Imagem gerada pelo Nano Banana Pro

O deslocamento em dia de jogo rende um capítulo à parte, e o exemplo de Nova York/Nova Jersey é o mais didático de todos.

A tarifa de trem ida e volta entre a Penn Station, em Nova York, e o estádio de East Rutherford foi fixada em US$ 98 para os dias de Copa, depois de duas reduções sucessivas a partir do valor inicial de US$ 150, que caiu primeiro para US$ 105 e depois para os atuais US$ 98 graças a patrocínios privados que evitaram repassar o custo aos torcedores.

Para efeito de comparação, o mesmo trajeto de 18 milhas custa cerca de US$ 13 em dia comum, enquanto o bilhete de ônibus saindo de Nova York foi reduzido de US$ 80 para US$ 20.

O transporte pode ser bastante acessível para quem se planeja, compra antecipadamente pelo aplicativo oficial e escolhe um hotel bem localizado, mas se torna caro e estressante quando o torcedor deixa para resolver tudo na hora, depende de aplicativo de corrida em horário de pico ou se hospeda longe das linhas de transporte.

Em Miami e Filadélfia há esquemas próprios de mobilidade para os dias de jogo, que valem ser checados na semana da partida, já que cada cidade organiza o acesso ao estádio de um jeito.

Câmbio, IOF e os custos invisíveis

Imagem gerada pelo Nano Banana Pro

Gasto no exterior não se resume ao câmbio, e essa é uma das partes que conversa diretamente com finanças pessoais, porque, além da cotação do dólar, entram na conta o spread do cartão, o IOF e a data em que a conversão acontece.

Hoje, o IOF para compras internacionais com cartão de crédito, débito ou pré-pago é de 3,5% sobre o valor da operação, alíquota que foi unificada em julho de 2025, quando o cronograma anterior de redução gradual acabou suspenso, e a mesma taxa de 3,5% incide sobre a compra de moeda em espécie.

A recomendação dos planejadores financeiros costuma ir na linha de montar a reserva em dólar com antecedência e de forma fracionada, em vez de comprar tudo de uma vez perto da viagem, justamente para diluir o risco de variação cambial.

Vale ainda comparar o custo efetivo de cartão de crédito internacional, conta global e dinheiro em espécie, porque cada modalidade tem uma combinação diferente de spread, IOF e tarifa.

Visto, passaporte e seguro

Para o torcedor que ainda não tem documentação, existe um custo de entrada antes mesmo da passagem.

O visto americano de turismo, na categoria B1/B2, custa US$ 185 por pessoa em taxa consular, a chamada MRV, valor que não é reembolsável e independe da idade. A esse custo pode se somar em breve uma cobrança nova, a Visa Integrity Fee, de US$ 250, criada pela lei americana sancionada em julho de 2025 e que incidiria apenas sobre vistos aprovados, cobrada de forma separada no momento da emissão.

Na prática, se a taxa entrar em vigor, um visto de turismo aprovado passaria de US$ 185 para US$ 435 em encargos. Até o fechamento desta reportagem, a Visa Integrity Fee estava prevista em lei mas ainda não tinha data de cobrança definida, embora outras taxas do mesmo pacote já tenham começado a valer, o que torna prudente acompanhar os canais oficiais antes de iniciar o processo, que segue por etapas com o preenchimento do formulário DS-160, o pagamento da taxa e o agendamento da entrevista.

O passaporte brasileiro comum sai por R$ 257,25, segundo o Gov.br, sem contar deslocamentos para atendimento e retirada.

E o seguro viagem, que muita gente trata como opcional, não deveria ser cortado em uma viagem aos Estados Unidos, onde uma despesa médica pode custar uma fortuna. As estimativas de mercado para a Copa apontam apólices de cerca de R$ 500 a mais de R$ 2 mil, conforme idade, duração e cobertura.

Onde economizar sem estragar a viagem

A melhor parte de serviço da reportagem está em separar o corte saudável do corte que sai caro. Dá para economizar escolhendo ver um jogo em vez de três, reduzindo o número de noites, dividindo a hospedagem, usando transporte público planejado, equilibrando restaurantes disputados com refeições simples e comprando voos internos com antecedência.

Há, por outro lado, economias que costumam custar mais lá na frente. Cortar o seguro viagem, ficar longe demais do transporte, deixar margem apertada entre o voo e o jogo, comprar ingresso fora de canal confiável e ignorar IOF, spread e bagagem são falsas economias.

O hotel mais barato e distante é o exemplo clássico do barato que sai caro, porque o que se poupa na diária volta no transporte e no tempo perdido.

Quando o premium vale a pena

Imagem gerada pelo Nano Banana Pro

O cenário premium não deveria ser lido apenas como luxo, porque, para parte do público, o valor está na previsibilidade e na redução de atrito, o que se traduz em menos fila, transfer porta a porta, hotel em região estratégica, logística assistida e a tranquilidade de não depender de improviso em uma viagem de duas semanas entre três cidades.

Vista por esse ângulo, a hospitalidade oficial é menos sobre o assento em si e mais sobre o pacote de serviços que vem junto e a garantia de estar comprando por um canal oficial.

Isso faz sentido para quem tem flexibilidade financeira, valoriza conforto e prefere transformar a Copa em uma experiência sem sobressaltos, mas faz pouco sentido para quem precisaria se endividar apenas para bancar esse padrão.

Afinal, vale viajar?

A resposta não cabe em um sim ou não, porque depende inteiramente do perfil de quem viaja.

Vale a pena para quem já queria conhecer os Estados Unidos, pretende aproveitar as cidades para muito além do futebol e tem reserva financeira para isso, e vale bem menos para quem encara a viagem como uma dívida cara, depende de decisões de última hora ou parte da ilusão de que o ingresso seria o único grande gasto.

Ver o Brasil na Copa de 2026 pode ser uma viagem dos sonhos, mas, antes de qualquer coisa, é uma decisão financeira que merece planejamento, reserva e clareza de prioridade, de modo que quem faz a conta inteira, e não apenas a do ingresso, chega ao embarque sem sustos.

FAQ: vale a pena viajar aos EUA para ver o Brasil na Copa de 2026

Tire as suas principais dúvidas para ver se vale a pena viajar aos EUA para ver o Brasil na Copa de 2026 de última hora.

Quanto custa ver o Brasil na Copa de 2026?

Ver um jogo do Brasil custa de R$ 11 mil a R$ 25 mil por pessoa. Seguir a seleção nos três jogos da fase de grupos fica entre R$ 25 mil e R$ 60 mil. A experiência premium ultrapassa R$ 80 mil. Os valores incluem passagem, hotel, ingresso, alimentação, transporte e seguro, e variam com câmbio e disponibilidade.

Onde o Brasil joga na fase de grupos da Copa 2026?

O Brasil joga em três cidades dos Estados Unidos: Nova York/Nova Jersey (MetLife Stadium) contra Marrocos em 13 de junho, Filadélfia (Lincoln Financial Field) contra o Haiti em 19 de junho e Miami (Hard Rock Stadium) contra a Escócia em 24 de junho.

Qual o ingresso mais barato da Copa 2026?

O ingresso oficial mais barato é o Supporter Entry Tier, de US$ 60, mas ele é distribuído apenas pelas federações nacionais a torcedores fiéis e em quantidade limitada. Para o público geral, os preços de fase de grupos começam em torno de US$ 120, mais 15% de taxa de serviço da FIFA.

Vale a pena viajar para a Copa 2026?

Depende do perfil. Vale para quem já queria conhecer os EUA, pretende aproveitar as cidades e tem reserva financeira. Vale menos para quem precisaria se endividar ou acredita que o ingresso é o único grande gasto.