As vendas no varejo dos Estados Unidos tiveram variação de 7,5% em junho, acima da projeção do mercado de 5%. Mas bem abaixo do salto de 18,2% registrado em maio, primeiro mês de flexibilização das medidas de isolamento social.
O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (16) pelo Departamento do Comércio.
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Nos EUA, o mês de abril marcou a fase mais aguda da crise do coronavírus e teve queda de -14,7% no varejo. A leitura de maio, revisada de 17,7% para 18,2%, foi a maior da série histórica, iniciada em 1992.
As vendas no varejo somaram US$ 524,3 bilhões, ante US$ 487,7 bilhões de maio.
Na comparação com junho de 2019, o avanço é de 1,1%.
No trimestre de abril a junho, a alta é de 8,1% na comparação com o mesmo período do ano passado.
O núcleo das vendas no varejo dos EUA, que exclui alimentos, teve variação mensal de 7,30% em junho, também acima do esperado de 5%.

Reprodução/Census Bureau
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