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Trump apresenta proposta de paz com dois estados para Israel e Palestina

Trump apresenta proposta de paz com dois estados para Israel e Palestina

O presidente dos EUA Donald Trump anunciou, nesta terça (28), um projeto para, segundo ele, tentar acabar com o conflito entre Israel e a Palestina.

O presidente dos EUA Donald Trump anunciou, nesta terça (28), na Casa Branca, um projeto de para, segundo ele, tentar acabar com o conflito entre Israel e a Palestina. Ao lado do primeiro-ministro de Israel, ele revelou o que chamou de “acordo do século”, que disse ter sido elaborado nos últimos três anos.

Pela proposta, os EUA reconhecem a criação e soberania do estado Palestino. Sua capital seria Jerusalém Oriental. Ali os EUA abririam uma nova embaixada.

Jerusalém é “indivisível”

Mas o plano americano tem um ponto controverso: a proposta assinala que Jerusalém é “indivisível” e seria a capital de Israel. O plano não elucida como a questão será colocada em prática.

Outro ponto da proposta é a entrega de uma porção do sul de Israel aos palestinos, aumentando em dobro o tamanho do estado.

Na região, diz Trump, indústrias serão inauguradas. O plano propõe também que casas sejam construídas nessa região.

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Empregos

Trump disse ainda que pretende destinar US$ 50 bilhões para gerar empregos na Palestina.

A proposta prevê ainda que a mesquita sagrada de Al-Aqsa possa ser visitada por muçulmanos.

Dois pontos da proposta provocaram reações indignadas dos palestinos: Jerusalém virar a capital de Israel, incluindo algumas áreas da parte oriental da cidade, e o reconhecimento das colinas de Golã como território de Israel. O território pertencia à Síria e foi conquistado pelos israelenses em 1967 na Guerra dos Seis Dias e anexado pelo país em 1981.

Assentamentos na Cisjordânia

Os americanos também reconhecem, pela proposta, os assentamentos israelenses na Cisjordânia. Essa questão é tida como ilegal pelos palestinos, que costumam reivindicá-la.

“Hoje Israel dá um grande passo para a paz na região”, discursou Trump. “Para mim os dois lados ganham com essa proposta. Nenhum palestino ou israelense será retirado de suas casas.”

Os palestinos não participaram das reuniões que deram origem à proposta dos EUA. Autoridades da Palestina decidiram encerrar o diálogo desde que Trump mudou a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, em 2018.

Netanyahu classificou a proposta de Trump para a região como “histórica”.