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Taxas de títulos públicos recuam com ambiente externo favorável

Taxas de títulos públicos recuam com ambiente externo favorável

Devido ao ambiente externo favorável, as taxas oferecidas pelos títulos públicos negociados no Tesouro Direto apresentaram queda

Devido ao ambiente externo favorável, principalmente após declarações de um possível acordo comercial entre a China e os EUA ainda este ano, as taxas oferecidas pelos títulos públicos negociados no Tesouro Direto, programa que possibilita a compra e venda de papéis por investidores pessoas físicas por meio da internet, apresentaram queda na última segunda feira (25).

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a estimativa foi elevada de 3,33% para 3,46% ao fim de 2019. Porém, mantida em 3,60% para 2020, e em 3,75% para 2021. Contudo, as expectativas para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, por sua vez, subiram de 0,92% para 0,99% até dezembro, e de 2,17% para 2,20% para 2020.

No Tesouro Direto, o título atrelado à inflação com vencimento em 2024 pagava uma taxa 2,22% ao ano, ante 2,25% ao ano na abertura da última sexta-feira (22). Assim, o investidor podia aplicar uma quantia mínima de R$ 58,55  para investir no papel, ou adquirir o título integralmente por R$ 2.927,85.

Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa criado em 2002 pelo Tesouro Nacional (órgão responsável pela gestão da dívida pública). O programa permite que pessoas físicas comprem papéis do governo federal pela internet. Portanto, é como se o investidor emprestasse dinheiro ao governo.

O Tesouro Direto ganhou popularidade, pois é uma das modalidades de investimento mais democráticas. Sobretudo, por permitir fazer aplicações com valores muito baixos (a partir de R$ 30). Além de oferecer liquidez diária para todos os papéis.

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Na plataforma do Tesouro Direto, há várias opções de títulos públicos à venda. Para perfis diferentes de investidor. Contudo, é possível escolher diferentes indexadores, prazos de vencimento e fluxos de remuneração.

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