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Secretária do Tesouro de Biden aposta em pacote para aliviar crise nos EUA

Secretária do Tesouro de Biden aposta em pacote para aliviar crise nos EUA

Janet Yellen, que assumiu a Secretaria do Tesouro no governo Joe Biden, está apostando alto no pacote de US$ 1,9 tri, aprovado no sábado (6) pelo Senado, para aliviar a crise nos EUA.

Nesta segunda-feira, Yellen afirmou que os recursos fornecerão “recursos suficientes para alimentar uma recuperação econômica muito forte no país, embora não resolvam os problemas de desigualdade de longa data”.

“Esse é um projeto de lei que realmente proporcionará aos norte-americanos o alívio de que precisam para atravessar a pandemia, e esperamos que os recursos realmente alimentem uma recuperação econômica muito forte”, afirmou a secretária do Tesouro de Biden, em entrevista à MSNBC.

De acordo com o planejamento de Yellen, é possível que, com o pacote, os EUA retornem aos níveis de pleno emprego pré-pandemia em 2022.

“Esperamos ver o pacote aprovado pelo Congresso, pois queremos evitar o que vimos na crise financeira de uma década atrás”.

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Outros pontos no pacote de Biden

Janet Yellen também apontou que os demais problemas de desigualdade que existem na economia deverão ser resolvidos por mais legislação.

Segundo a secretária do Tesouro, o presidente Joe Biden já concordou em abandonar o aumento do salário mínimo para 15 dólares, como parte do pacote da Covid-19.

A idéia do governo é fazer isso separadamente, além de propor trilhões de dólares em investimentos em infraestrutura, educação e pesquisa.

Ao abordar a possibilidade de o pacote ser inflacionário, ela citou que “há muitos riscos enfrentados por esta economia”, e disparou:

“Se (o pacote) acabar sendo inflacionário, existem ferramentas para lidar com isso e vamos monitorar isso de perto”.

A Câmara, controlada pelos democratas, pretende aprovar o projeto na terça-feira e enviá-lo para assinatura do presidente Joe Biden antes do prazo final de 14 de março, quando expiram benefícios incluídos no segundo pacote da covid-19, efetivado em dezembro do ano passado. A votação no Senado foi apertada: 50 a 49.