Os riscos políticos afetam a bolsa e reduzem a demanda por ações. É o que dizem investidores a matéria publicada pelo Valor Econômico. Com o temor fiscal, os juros futuros são levados a dois dígitos e bolsa opera em queda.
Isto porque há crescentes ruídos políticos. Seus possíveis impactos na trajetória fiscal são citados pelos investidores como os principais fatores de risco.
Estados se opõem à PEC dos precatórios
Os estados farão oposição à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos precatórios. De acordo com o Valor Econômico, governos regionais são os principais credores dos chamados superprecatórios, aqueles com valor acima de R$ 66 milhões, que a proposta propõe parcelar.
Reforma da IR volta a ser adiada
Sem acordo, a votação da proposta de alteração do Imposto de Renda (IR) volta a ser adiada na Câmara dos Deputados.
Segundo o Valor Econômico, a alteração no piso dos professores foi a primeira derrota do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) e do governo Bolsonaro.
Segundo o Estadão, em troca do apoio de municípios, governo acerta aprovação de medidas. Como a mudança na remuneração dos professores.
Retorno da coligação nas eleições é aprovada na Câmara
O retorno das coligações foi aprovado em na Câmara dos Deputados, de acordo com o jornal O Globo. Porém, deve encontrar resistências no Senado.
O próprio presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) a proposta é encarada como “retrocesso”.
Atritos entre Bolsonaro e STF ameaçam pautas do governo
Os atritos entre o presidente Jair Bolsonaro e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tem ameaçado pautas do governo. Segundo O Globo, a insistência com pedidos de impeachment para ministros do STF desgasta relação com o Senado.
Sobre os processos, a Folha de S.Paulo diz que estes podem ser rejeitados.
Embora tenha dito que vai considerar a iniciativa de Bolsonaro, presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou que processo poderia prejudicar a pacificação da sociedade.
Taleban busca moderação para reconhecimento
Dias após retomar o controle do Afeganistão, o Taleban busca moderar sua imagem de regime extremista. De acordo com o jornal O Globo, Mulá Baradar, número dois do grupo, prometeu “perdoar” pessoas ligadas ao antigo regime e respeitar as mulheres.
Mas apesar do discurso mais moderado, as fugas do país continuam, de acordo com o Estadão. Extremistas promovem ofensiva para mudar imagem, mas principalmente as mulheres tentam sair do país.