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Radar: Oi (OIBR3 OIBR4) confirma venda de ativos; Cogna (COGN3) lança marketplace

Radar: Oi (OIBR3 OIBR4) confirma venda de ativos; Cogna (COGN3) lança marketplace

O Radar corporativo desta terça-feira (15) destaca a confirmação, por parte da Oi (OIBR4 OIBR3), da venda de seus ativos móveis para o consórcio formado pela Tim (TIMS3), Telefônica (VIVT4) e Claro por R$ 16,5 bilhões. O negócio ainda depende de aprovação do Cade.

Já a Cogna (COGN3), que realizou o dia do investidor, informou que teve 25% de seus campi fechados, que foca agora no ensino digital e lança marketplace de educação.

A Suzano (SUZB3) vai reajustar o preço da celulose na América do Norte e na Europa.

A Ultrapar (UGPA3), dona dos postos Ipiranga, pretende colocar à venda sua divisão química Oxiteno.

A Vale (VALE3) repudia atos de violência na Nova Caledônia.

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A JHSF (JHSF3) vendeu área com aproximadamente 705 mil m² situado no complexo Parque Catarina, em São Paulo, pelo valor aproximado de R$ 98,6 milhões

Ser Educacional (SEER3)Centauro (CNTO3) fazem aquisições. Veja mais notícias.

Oi (OIBR4): venda de ativos móveis confirmada

Em nota ao mercado, a Oi (OIBR4;OIBR3) confirmou na segunda (14) a venda de ativos móveis para o consórcio formado pela Tim (TIMS3), Telefônica (VIVT4) e Claro por R$ 16,5 bilhões.

A Tim desembolsa o maior valor, R$ 7,3 bi (44% do total), pela transação que adquiriu a operação de telefonia móvel da Oi, no total de R$ 16,8 bilhões.

A Telefônica pagou R$ 5,5 bi (33% do montante) e a  Claro, R$ 3,7 bilhões (22%).

O leilão dos ativos da Oi, em recuperação judicial, foi homologado pela  7ª Vara Empresarial da Comarca do Rio de Janeiro.

“Durante a audiência, verificou-se a existência de apenas uma proposta fechada para aquisição da UPI Ativos Móveis, a qual foi apresentada, em conjunto, por Telefônica Brasil, TIM e Claro”, diz comunicado da Oi.

A conclusão da transação está sujeita à anuência da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e aprovação pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

A Telefônica confirmou o valor que será pago pela empresa compra dos ativos, em nota: “Caberá à companhia o desembolso de um valor correspondente a 33% do preço base e serviços de transição, equivalente a aproximadamente R$ 5,5 bilhões.”

A Tim conformou que “desembolsará 44% dos valores de preço base e serviços de transição, perfazendo aproximadamente R$ 7,3 bilhões”.

Oi (OIBR4 OIBR3) vende UPI Data Center por R$ 325 milhões

A Oi (OIBR4 OIBR3) anunciou que vendeu a UPI Data Center à Titan por R$ 325 milhões na última sexta-feira (11).

O pagamento será dividido em uma parcela à vista no valor de R$ 250 milhões e o valor restante em R$ 75 milhões, em parcelas a serem pagas na forma e prazo previstos no contrato.

A UPI compreende instalações em Brasília, São Paulo, Porto Alegre e Curitiba. Sobre o datacenter de Brasília, a venda inclui o imóvel. Nos demais, a utilização deverá ser garantida por contratos de locação.

Conforme a Oi, a efetiva conclusão da operação, está sujeita ao cumprimento de condições precedentes.

Cogna (COGN3) lança marketplace de educação

Entre o final de 2021 e início de 2022 deve entrar em funcionamento o marketplace de ensino superior da Cogna.

O lançamento faz parte da estratégia de transformação digital da empresa e começará com as 16 empresas que pertencem ao grupo. A nova plataforma já conta com 1 milhão de alunos das instituições do grupo, que realizam 9 milhões de acessos mensais, e movimenta R$ 4 bilhões em receita, diz o Valor. Haverá ainda serviços de idiomas, técnicos, micro certificação, agência de emprego e serviços financeiros.

O grupo fechou 25% de seus campi e passa a focar no ensino digital.

Vale (VALE3) repudia atos de violência na Nova Caledônia

A Vale (VALE3) informou que um incêndio iniciado às 17h (horário de Nouméa, Nova Caledônia) atingiu as instalações da Vale Nouvelle-Calédonie.

A empresa diz que protestos, que continuaram nas áreas da empresa e em suas proximidades, teriam causado o fogo.

“O foco do incêndio foi localizado na mina e infraestrutura associada. O corpo de bombeiros e os Gendarmes (forças militares) estiveram no local durante a noite”, conta a empresa em nota.

“A planta, localizada a 7 km de distância, permanece segura e sob proteção dos Gendarmes.”, acrescente.

“A Vale repudia os atos de violência e reafirma seu comprometimento com a segurança e proteção dos empregados da VNC e da comunidade, apoiando incondicionalmente os esforços que buscam uma solução pacífica para a situação”, afirma a Vale.

JHSF (JHSF3) vende 705 mil m² do complexo Catarina (SP)

A JHSF (JHSF3) concluiu a celebração do contrato de compra e venda de área com aproximadamente 705 mil m² situado no complexo Parque Catarina, em São Paulo, pelo valor aproximado de R$ 98,6 milhões

A XP Investimentos foi a compradora, que fará ali o Villa XP.

A área vendida fica na Rodovia Castelo Branco km 60, município de São Roque, a 35 minutos de São Paulo, no mesmo complexo onde encontra-se Catarina Fashion Outlet, empreendimento desenvolvido e controlado pela JHSF.

Está situado ali, ainda, o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo, o primeiro aeroporto executivo privado do Brasil.

A área compreende ainda um local de preservação ambiental de mais de 1,7 milhão de m2, que será integrada ao desenvolvimento da Villa XP, e o Catarina Resort, com previsão de lançamento em 2021, além do Catarina Town, complexo multiuso a ser lançado em terrenos adjacentes a Villa XP.

A JHSF também apoiará a realização das obras da Villa XP e será remunerada em 3% do montante que for investido, em adição ao imóvel objeto do contrato de compra e venda.

Unidas (LCAM3) fecha acordo para aquisição da iTer

A Unidas (LCAM3) comunicou que, por meio de sua subsidiária Agile Gestão de Frotas e Serviços, fechou acordo com a iTer Telecomunicações e Serviços para aquisição da companhia.

O acordo prevê a incorporação de sua subsidiária integral, a Unidas Agro Locação de Veículos, a fim de simplificar sua estrutura organizacional.

A transação, que não teve valores relevados, ainda prevê condições precedentes, entre elas a transformação da iTer em sociedade por ações.

Eletrobras (ELET6) encerra sete SPEs no RN

A Eletrobras (ELET6) informou que foram encerradas sete Sociedades de Propósito Específico (SPEs) não operacionais.

São as seguintes SPES:, Carnaúba I Eólica; Carnaúba II Eólica S.A.; Carnaúba III Eólica; Carnaúba V Eólica; Cervantes I Eólica; Cervantes II Eólica; e Punaú I Eólica.

Todas pertencem ao Complexo Punaú, localizado no Estado do Rio Grande no Norte.

As SPEs encerradas tinham participação acionária do Fundo de Investimento em Participações Caixa Milão (50,99%), Furnas Centrais Elétricas (49%) e das Centrais Geradoras Eólicas das SPEs (0,1%).

Segundo a Eletrobras, já estavam em processo de liquidação extrajudicial.

O encerramento das SPEs, diz ainda a Eletrobras, estava previsto no Plano Diretor de Negócios e Gestão 2020/2024, divulgado ao mercado por meio de Fato Relevante em 27 de março de 2020.

Cielo (CIEL3) tem novo diretor

A Cielo (CIEL3) aprovou Júlio Almeida Gomes como novo diretor, com responsabilidade sobre as áreas de tecnologia da informação e operações.

Mitre (MTRE3) fecha acordo com a Atlântica Hotels

A Mitre Realty (MTRE3) e a Atlântica Hotels Internacional (AHI) anunciam parceria, diz o Valor. Clientes que comprarem studios da Mitre poderão contratar os serviços da Atlantica que cuidará da locação, manutenção, decoração e gestão das unidades.

FLRY3 investe em medicina reprodutiva e plataforma de ensino

O Fleury (FLRY3) lançou na segunda (14) um centro de medicina reprodutiva e uma plataforma de cursos on-line na área da saúde, diz o Valor. Batizada de Pupilla, a plataforma terá parcerias com o MIT Sloan, braço de escolas de negócios da Massachusetts Institute of Technology (MIT), e a Philips.

Ser Educacional (SEER3) anuncia aquisição

A Ser Educacional (SEER3) informou que sua subsidiária CENESUP adquiriu 100% da Sociedade Educacional de Rondônia (UNESC).

A CENESUP pagará R$ 120 milhões pela compra da UNESC. Deste montante, R$ 70 milhões serão pagos à vista, na data de fechamento da Transação. Já os R$ 50 milhões serão divididos em 4 parcelas anuais sucessivas, no valor de R$ 12,5 milhões.

Caso venha a ser expedida pelo Ministério da Educação portaria formalizando a criação de 50 vagas do curso de Medicina em Vilhena, até o 3º aniversário da data de fechamento, a CENESUP pagará, ainda, um montante de até R$ 55 milhões, de acordo com o momento em que ocorrer tal aprovação.

Centauro (CNTO3) adquire Network por R$ 60 milhões

A Centauro (CNTO3) adquiriu a totalidade das ações da Network Participações (Grupo NWB) pelo valor de R$ 60 milhões.

A Network é controladora das sociedades NeoTV, Aceleradors, Fatality TV e Falcão Produção e Comercialização Audiovisual.

O Grupo NWB é dono dos canais Desimpedidos, Acelerados, Fatalitye Falcão 12, e de 80 afiliados que juntos somam mais de 81 milhões de seguidores no Instagram e 73 milhões de inscritos no Youtube.

A Transação marca a entrada da centauro no universo do conteúdo e do entretenimento.

De acordo com o comunicado, a aquisição dará acesso a novas expertises que vão aprofundar a relação do grupo e suas empresas com toda a audiência do esporte, com potencial para gerar valor através da ampliação do tráfego orgânico, da promoção das marcas do grupo nos canais NWB, do crescimento da audiência nos canais do Grupo NWB e do aumento da conversão, por meio de engajamento e recorrência.

Desde que iniciou sua operação, a rede acumula mais de 10 bilhões de visualizações em seus canais no Youtube. Atualmente, o Grupo NWB possui a maior base de audiência do mercado de entretenimento esportivo no Brasil.

Suzano (SUZB3) reajusta preços da celulose

Segundo fontes ouvidas pelo Valor, a Suzano (SUZB3) vai reajustar o preço da celulose na América do Norte e na Europa. Com o reajuste, o preço no mercado europeu chega a US$ 750 por tonelada, enquanto na América do Norte, vai a US$ 970 por tonelada.

Eneva (ENEV3) foca em gás natural

A Eneva (ENEV3) vai aumentar investimentos no mercado de gás natural, informa o Valor. Em 2021, a companhia espera iniciar as operações do projeto Azulão-Jaguaritica, que integra a produção de gás no Amazonas a uma usina em Roraima. Ao todo, a empresa espera investir R$ 2,1 bilhões no próximo ano.

Ultrapar (UGPA3) deve vender Oxiteno

A Ultrapar (UGPA3), dona dos postos Ipiranga, pretende colocar à venda sua divisão química Oxiteno. A intenção é levantar, com o negócio, US$ 1 bilhão, segundo a Bloomberg.

C&A (CEAB3): Itaú (ITUB4) reduz participação

A C&A (CEAB3) comunicou que o Itaú (ITUB4) reduziu a participação acionária para 4,992%. O banco detinha 5,008% das ações.

A soma das ações detidas pelo conjunto de fundos de investimento geridos pelo Itaú atingiu 4,992% das ações ordinárias da Companhia, totalizando 15.388.482 ações”, diz o comunicado da C&A. “A operação configura redução na participação acionária relevante.”

O Itaú declara, ainda, que tal participação não tem o objetivo de alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da sociedade.

Mills (MILS3) anuncia encerramento de oferta de debêntures

A Mills (MILS3) anunciou o encerramento da oferta da 5ª emissão de debêntures simples, não conversíveis.

A emissão foi aprovada em 15 de setembro último e rerratificada em 4 de dezembro pelo Conselho de Administração da companhia.

São Martinho (SMTO3) fará empréstimo com BNDES

O conselho de administração da São Martinho (SMTO3) autorizou o grupo a contratar empréstimo de até R$ 899,1 milhões do BNDES.

O empréstimo é pelo prazo de até 20 anos, contados da data da contratação.

“A diretoria fica autorizada a praticar o que for necessário, inclusive outorgar garantias de qualquer natureza em benefício próprio”, diz o comunicado.