Com o mercado positivo para renda fixa e perspectiva de manutenção na alta na taxa de juros, você deve estar se perguntando qual é o melhor título de renda fixa para o momento atual.
Cada título funciona de uma forma diferente e se beneficia de um cenário macroeconômico.
Tem títulos que ganham quando as taxas caem. Tem títulos que ganham quando as taxas sobem.
Em momentos considerados de maior risco, maior também é a taxa que o mercado coloca nos títulos longos. Estes são aqueles que mais têm potencial de ganhos ou prejuízos de marcação a mercado.
Renda fixa: marcação de mercado pode desvalorizar título
A marcação de mercado, por exemplo, vale apenas quando o resgate é feito antes do vencimento do título.
Caso você fique com o título até a data de vencimento, vai receber a remuneração combinada no início.
Por isso é importante entender como funcionam os títulos e seus tipos de rentabilidade.
A liquidez também influencia no preço. Para investimentos de maior liquidez, a marcação a mercado é mais rápida e se baseia no fechamento dos preços ao fim do dia.
Investimento mais popular
O Tesouro Direto é um dos investimentos mais populares do país, tendo a aplicação de mais de 10 milhões de brasileiros em quase 20 anos de existência.
Nele, você empresta o dinheiro diretamente para o Governo Federal, e recebe o dinheiro corrigido no vencimento do contrato/título.
Ou você também pode receber os juros como um aluguel no caso do Tesouro IPCA+ (tipo de título).
Mais recomendados
Entre os títulos mais recomendados do Tesouro Direto estão Tesouro IPCA+ 2035, que rende uma taxa de juros fixa mais a variação da inflação, e, o Tesouro Selic 2024, com rendimento que acompanha a taxa Selic.
Mas ainda é possível investir no Tesouro Prefixado, com taxa de juros fixa e definida antes do investimento.
É possível conferir todos os preços e títulos disponíveis no site do Tesouro Direto.
Mesmo sendo o mais recomendado, todo investimento gera riscos.
Porém, os do Tesouro Direto estão mais ligados a má escolha do momento ou tipo de título comprado.
Sendo o risco de crédito, quando o governo não honra com sua dívida; e o risco de mercado, quando sofrem grande desvalorização momentânea em tempos de alta nas taxas de juros.






