A projeção da taxa Selic para 2022, já atinge o patamar de 8% ao ano, de acordo com matéria do jornal Valor Econômico. Uma pesquisa divulgada, após o Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado uma prévia da inflação oficial, o IPCA, mostrou a estimativa de economistas.
Grupo de 61 economistas ouvidos pelo jornal, apontou, na média, que a taxa básica de juros da economia chegue a 7,75% ao fim de 2021.
Ainda de acordo com o jornal, alimentos e tarifas foram os itens que mais aceleraram o IPCA-15. Com 0,89%, prévia da inflação oficial tem maior aceleração em agosto desde 2002, indica IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Guedes contesta peso da crise hídrica na economia
O ministro da Economia, Paulo Guedes, contestou o peso que a crise hídrica realmente terá na economia. Segundo matéria do Estadão, ele afirmou que a economia nacional “está furando as ondas”. No entanto, ele admitiu que a crise causa perturbações ao Banco Central, e que empurra a inflação para cima.
Ainda de acordo com o jornal, análise de Edvaldo Santana, ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) diz que há uma falta de um plano concreto. Com isso, o país poderá ter de enfrentar uma crise energética e de tarifas.
Matéria da Folha de S.Paulo aponta que o alto preço da energia pode elevar a inflação a 8%. E isto poderia ocorrer já no fim do ano, de acordo com economistas.
Já matéria do jornal O Globo aponta que medidas do governo demonstram que a crise tem se agravado. Com isso, o setor elétrico já estaria no limite. E o risco de apagão é considerado palpável.
Precisa teria assinado contratos que somariam R$ 1,6 bilhão com a Saúde
A Precisa Medicamentos, investigada pela CPI da covid-19, assinou R$ 1,6 bilhão em contratos com o Ministério da Saúde. Matéria do Estadão mostra que a empresa não possui funcionários contratados sob o regime CLT.
Parte do centrão admite derrota de Bolsonaro em 2022
Parte do grupo de partidos que compõem o centrão, admite uma derrota do presidente Jair Bolsonaro nas eleições.
De acordo com o Estadão, membros do Progressistas e do PL veem dificuldades na reeleição, caso o presidente não reveja seu comportamento e a economia não consiga se recuperar.