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PIB da zona do euro recua 3,6% no primeiro trimestre

PIB da zona do euro recua 3,6% no primeiro trimestre

O PIB da zona do euro teve uma queda de 3,6% no primeiro trimestre. Ainda assim, o recuo foi pouco menor do que o aguardado pelo mercado, que era de -3,8%.

O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro teve uma queda de 3,6% no primeiro trimestre. Ainda assim, o recuo foi pouco menor do que o aguardado pelo mercado, que era de -3,8%. No ano, o recuo é de 3,1%.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (9) pelo Eurostat, escritório de estatísticas da União Europeia.

Na União Europeia (UE), a queda trimestral foi de 2,3% e a anual, de 2,6%.

Os declínios, tanto na zona do euro quanto na UE, são os maiores da série histórica, iniciada em 1995.

Vale ressaltar, no entanto, que a crise do coronavírus afeta apenas o último mês do trimestre, março, quando as medidas de contenção ao vírus foram implantadas, como o distanciamento social.

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No quarto trimestre de 2019, o PIB havia crescido 0,1% na área do euro e na UE.

Comparativamente, o PIB dos Estados Unidos recuou 1,3% no primeiro trimestre de 2020, após crescimento de 0,5% no trimestre anterior.

PIB zona do euro

Queda do PIB entre os países

Entre os estados-membros, Irlanda (+ 1,2%), Bulgária e Romênia (ambos + 0,3%) e a Suécia (+ 0,1%) registraram crescimento positivo em comparação com o trimestre anterior.

O PIB caiu em todos os outros países, com os maiores declínios na França e na Itália (ambos -5,3%), depois Espanha e Eslováquia (ambos -5,2%).

PIB zona do euro

Queda no emprego

O número de pessoas empregadas diminuiu 0,2% na zona do euro e 0,1% na União Europeia no primeiro trimestre. Este é o primeiro declínio na série cronológica desde o segundo trimestre de 2013 para a zona do euro e o primeiro trimestre de 2013 para a União Europeia.

No quarto trimestre de 2019, o emprego aumentou 0,3% na zona do euro e 0,2% na União Europeia.

Lituânia (+ 1,6%), Malta (+ 1,3%) e Croácia (+ 1,0%) registraram o maior crescimento de vagas. As maiores reduções foram observadas na Espanha (-1,0%), Bulgária (-0,9%), Portugal, Eslováquia e Suécia (todos -0,5%).

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