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Nova estação brasileira de pesquisa na Antártica inaugura na próxima terça-feira

Nova estação brasileira de pesquisa na Antártica inaugura na próxima terça-feira

Sete anos após incêndio, Brasil inaugura nova estação de pesquisa ciêntifica na Antártica. Estrutura é considerada uma das mais modernas da região

Sete anos após o incêndio que destruiu a base brasileira na Antártica, a nova estação brasileira de pesquisa será inaugurada. A abertura da Estação Antártica Comandante Ferraz acontece na próxima terça-feira (14).

Com capacidade para 64 pessoas, a base brasileira é apontada por pesquisadores como uma das mais modernas da região. A estrutura possui 4,5 mil m². Além disso, 17 laboratórios de pesquisa servirão principalmente para estudos de Microbiologia, Biologia Molecular, Química Atmosférica, Medicina, Ecologia e mudanças ambientais.

A nova estação custou US$ 99,6 milhões e impressiona sobretudo pela estrutura à prova de ventos de até 200 km/h, solos congelados e abalos sísmicos. O projeto foi idealizado pelo escritório de arquitetura Estúdio 41 e construída pela empresa chinesa Ceiec.

Para a cerimônia de inauguração, uma comitiva de 45 pessoas é esperada. Militares, pesquisadores e assessores devem participar do ato. Do mesmo modo, três ministros já confirmaram presença. São eles: Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Marcos Pontes (Ciência). Já o presidente Jair Bolsonaro será representado pelo vice, Hamilton Mourão.

Primeira pesquisa da nova estação é sobre DNA

Uma pesquisa sobre DNA de plantas e fungos antárticos é a primeira feita na nova estação brasileira. Testar a nova estrutura foi um dos objetivos do estudo, que terá os resultados divulgados também na próxima terça-feira.

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Segundo os professores responsáveis pela pesquisa, Paulo Câmara, da Universidade de Brasília, e Luiz Henrique Rosa, da Universidade Federal de Minas Gerais, a estrutura da nova estação possibilitou um salto grande na pesquisa, porque permite já extrair o DNA na Antártida e só sequenciá-lo no Brasil. Isso acelera o resultado do trabalho e evita perda de material genético.