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Mourão pede para que caso envolvendo gravação de conversa com Witzel seja esquecido

Mourão pede para que caso envolvendo gravação de conversa com Witzel seja esquecido

O presidente em exercício Hamilton Mourão ficou chateado com a atitude do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que gravou um telefonema entre os dois sem avisá-lo previamente e o divulgou para a população fluminense. Ao sair do Palácio do Planalto, no entanto, o general foi questionado sobre o caso e preferiu minimizar o […]

O presidente em exercício Hamilton Mourão ficou chateado com a atitude do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, que gravou um telefonema entre os dois sem avisá-lo previamente e o divulgou para a população fluminense.

Ao sair do Palácio do Planalto, no entanto, o general foi questionado sobre o caso e preferiu minimizar o tom das críticas.

“Não, o governador do Rio… deixa pra lá esse caso, vira essa página”, pediu Mourão, que mais cedo chegou a dizer que Witzel “não tinha ética ou moral” por ter feito a gravação sem um aviso prévio.

“Em relação ao governador Wilson Witzel, ele diz que foi fuzileiro naval. Eu acredito que ele esqueceu a ética e a moral que caracterizam as Forças Armadas quando saiu do corpo de fuzileiros navais. Nada mais tenho a dizer a respeito”.

Mourão revelou que conversou com o presidente Jair Bolsonaro a respeito e que ambos compartilharam da mesma opinião.

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“O presidente só disse que é uma coisa que não é ética. É óbvio. Se você vai gravar alguém, você diz: “Olha, vou te gravar aqui, porque vou botar para o povo do Rio de Janeiro, para saber que eu estou atuando”. Ok, beleza, 100%.”

A versão de Witzel

Witzel, por sua vez, alegou que a divulgação do conteúdo nas redes sociais tinha como objetivo de apenas “tranquilizar os moradores de cidades do Noroeste do estado fortemente atingidas pelas chuvas”.

Segundo o governo do Rio de Janeiro, a publicação do conteúdo “não tem qualquer outra conotação que não demonstrar união num momento de necessidade do povo” e que “o telefonema carateriza uma conversa de trabalho”.