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Morning Call: Tensões devem trazer semana de volatilidade

Morning Call: Tensões devem trazer semana de volatilidade

Após ataque a refinarias na Arábia Saudita, o mundo todo mantém a sua atenção voltada para a oferta de petróleo e possíveis retaliações ao ataque. Ásia Com novos dados fracos da economia chinesa e tensões no Oriente Médio, as bolsas fecharam sem direção única, com exceção do Japão, em que é feriado. A produção da […]

Após ataque a refinarias na Arábia Saudita, o mundo todo mantém a sua atenção voltada para a oferta de petróleo e possíveis retaliações ao ataque.

Ásia

Com novos dados fracos da economia chinesa e tensões no Oriente Médio, as bolsas fecharam sem direção única, com exceção do Japão, em que é feriado.

A produção da indústria da China subiu 4,4% na comparação anual de agosto, mas o resultado ficou abaixo dos 5,2% aguardado pelos analistas. Na comparação mensal, o crescimento foi de 032% em agosto ante julho. Esses dados fizeram com que a produção industrial da China crescesse em agosto ao menor ritmo em 17 anos e meio

As vendas no varejo também desaceleraram e ficaram abaixo das estimativas. Em agosto elas tiveram alta de 7,5% ante o mesmo mês no ano passado, abaixo da expectativa de 7,9%.

Nikkei 225 – Feriado (Dia de respeito aos idosos)
Shanghai [-0,02%]
Hang Seng [-0,83%]

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Commodities

O petróleo esta passando por forte valorização desde a abertura do mercado na noite de ontem. No domingo a noite, o presidente norte-americano Donald Trump, anunciou a liberação da reserva estratégica para garantir a oferta e manter os mercados abastecidos. Cerca de metade da produção Saudita foi comprometida pelo ataque de drones, mas o país garantiu que dispões de “amplos estoques” para manter o fornecimento normal ao mundo.

A petroleira Aramco, que sofreu o ataque, anunciou ainda no final de semana que retomaria até esta segunda-feira, cerca de 1/3 da produção comprometida. Mas até a confirmação de dados mais exatos,os mercados terão forte volatilidade.

A referência norte-americana, o WTI opera em alta de 7,86%, a US$ 59,11, após atingir na máxima a cotação de US$ 63,47 por barril. O Brent, referência britânica, esta em alta de 8,49%, a US$ 65,33, após atingir na máxima US$ 71,62 o barril.

O Ouro também opera em alta, com ganhos de 0,75%, a US$ 1.510,75.

Europa

A Europa acompanha os mercados asiáticos e futuros norte-americanos, na esteira dos dados ruins da China e instabilidade no Oriente médio. Esta semana terá forte agenda de bancos centrais, com divulgação das políticas monetárias em diversos países, após as alterações do BCE.

Alemanha | DAX [-0,54%]
Inglaterra | FTSE 100 [-0,25%]
França | CAC 40 [-0,73%]
Europa | Euro Stoxx 50 [-0,66%]
Itália | FTSE MIB [-1,00%]
Euro/Dólar | € 1,1044 | [-0,26%]

Mercado Futuro EUA

Com exceção das petroleiras que tem ganhos expressivos, as bolsas estão sofrendo perdas enquanto dados mais claros da Aramco não são divulgados. O presidente Donald Trump tentou tranquilizar os mercados, afirmando que os EUA utilizarão suas reservas e não precisam do petróleo do Oriente Médio.

Dow Jones 30 [-0,40%] | 27.104 pontos
S&P 500 [-0,40%] | 2.996 pontos
Nasdaq [-0,61%] | 7.859 pontos
VIX [+2,34%]

Mercado Brasileiro

O Ibovespa encerrou a semana passada acumulando alta de 0,55%, encerrando a sexta em baixa de -0,83%, a 103.501 pontos.

O dólar ganhou terreno sobre o Real e encerrou a sexta-feira em alta de 0,66%, a R$ 4,0865.