Analistas projetam PIB, inflação e juros mais altos, e demanda deve reduzir custo da construção. Estas são algumas das manchetes que permeiam o noticiário desta segunda-feira (30).
De acordo com o Valor Econômico, em relação a PIB, inflação e juros, entre os dias 24 e 27 de maio, o jornalão consultou mais de 100 instituições financeiras e consultorias sobre os respectivos indicadores.
Também elenca que executivos de finanças estão menos otimistas com o futuro da economia brasileira. No primeiro trimestre, o índice de confiança do CFO (iCFO) ficou em 131,6 pontos, menor patamar desde o final de 2020, quando estava em 121,3 pontos. Custo dos insumos, demanda do mercado interno, competitividade e atuação da concorrência, custo de mão de obra e inflação foram os principais pontos de preocupação apontados pelos profissionais.
O periódico traz ainda que a demanda deve reduzir custo da construção. Acontece que a queda na procura por materiais, principalmente no varejo, leva fabricantes a segurar reajustes e INCC, que acumula alta de 11,2% nos últimos 12 meses, tende a perder fôlego.
Já O Globo destaca que redução de imposto não alivia inflação. Corte da tarifa de importação de itens básicos não surtiu efeito.
O periódico elenca, ainda, que prioridades do governo travam no Congresso. Mesmo após abrir espaço na máquina pública ao Centrão, por meio do orçamento secreto, o governo ainda patina para conseguir levar adiante propostas fundamentais.
Também traz que tragédia que se repete — Chuvas em Pernambuco deixam 79 mortos.
O Estadão, por sua vez, informa que com alta de insumos, safra será a mais cara da história. Gasto médio para plantio de soja e milho deve aumentar quase 50%.
O jornal elenca, ainda, que número de mortos chega a 854 [em Pernambuco]; 14 cidades decretam emergência.
Também traz que o Média Estadão Dados aponta Lula 16 pontos à frente de Bolsonaro.
A Folha de S.Paulo destaca que situação econômica influi muito no voto, diz maioria. Segundo Datafolha, para 53% economia é fundamental na escolha do candidato.
Também traz que chuvas no Grande Recife matam ao menos 84.
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Internacional
Conforme noticiado mais cedo pelo Euqueroinvestir.com, o Memorial Day fecha Wall Street, a Europa sobe e a Ásia fecha em alta nesta segunda-feira (30). Nos Estados Unidos, o feriado citado homenageia militares mortos em combate.
Na última semana o S&P 500 e o Dow Jones Industrial Average quebraram sequências de perdas para registrar sua semana mais forte desde novembro de 2020. O Dow terminou em alta de 6,2% na semana e fechou sua maior sequência de derrotas, oito semanas, desde 1923. O S&P 500 está 6,5% mais alto e o Nasdaq tem alta de 6,8% na semana.
A subida destes indicadores foi impulsionada por um relatório mostrando a inflação desacelerando um pouco. O núcleo do índice de preços das despesas de consumo pessoal subiu 4,9% em abril, abaixo do ritmo de 5,2% observado no mês anterior.
Em relação ao mercado de trabalho, a taxa de desemprego atingiu mínimos recordes em 17 Estados, e a participação dos trabalhadores no bolo econômico não está crescendo.
Acontece que com o mercado de trabalho apertado, ficou mais fácil para os trabalhadores encontrar empregos e ganhar aumentos. Entretanto, o aumento da alavancagem não se traduziu em uma mudança nas posições relativas de empregados e empregadores.
Em se tratando de combustíveis, os gargalos alimentam os preços recordes de gás. A redução da capacidade global de produção está retendo os suprimentos à medida que os motoristas pegam a estrada e a demanda se recupera desde o início da pandemia.
As famílias norte-americanas, por sua vez, aumentaram os gastos pelo quarto mês consecutivo em abril, mas a taxa de poupança caiu para o menor nível em 14 anos, sugerindo que muitos americanos estão aproveitando as economias para compensar os aumentos de custos da inflação.
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