Assista a Money Week
Compartilhar no LinkedinCompartilhar no FacebookCompartilhar no TelegramCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp
Compartilhar
Home
Notícias
FII: IFIX recua 0,3%; XPCM11 e CNES11 puxam queda

FII: IFIX recua 0,3%; XPCM11 e CNES11 puxam queda

Nesta quinta-feira (6) o IFIX abriu o pregão em leve alta. Às 11h, o índice de FIIs marcava 0,12% positivo.

No entanto, a pressão vendedora sobre o índice de FIIs acabou predominando ao longo do dia.

No fechamento, o IFIX encerrou as negociações com uma retração de 0,3%,  aos 2.712,45 pontos.

Na mínima do dia, o índice bateu nos 2.710,95 pontos, já na máxima, alcançou os 2.726,13 pontos.

No acumulado de agosto, o índice registra desvalorização de 0,76%. No ano, queda de 14,7%.

Publicidade
Publicidade

A movimentação financeira para o dia foi de R$ 163,13 milhões.

Maiores altas

Entre os Fundos Imobiliários que puxaram a alta do IFIX hoje estavam: VBI Logístico (LVBI11), West Plaza (WPLZ11), Brazil Realty (BZLI11), Ourinvest JPP (OUJP11), FOF Integral Brei (IBFF11).

Na contramão, as maiores quedas da carteira estiveram nos fundos: XP Corporate Macaé (XPCM11), Cenesp (CNES11), TRX Edifícios Corporativos (XTED11), Cidade Jardim Continental Tower (BBVJ11), Maxi Renda (MXRF11).

Conheça nossa planilha de fundos imobiliários

Veja o gráfico do dia

Fonte:B3

FII: Maiores Altas

Empresa (ticker)PreçoOscilação
LVBI11133,804,33%
WPLZ1179,504,15%
BZLI1116,003,36%
OUJP11106,253,16%
IBFF1173,692,19%

FII: Maiores Baixas

Empresa (ticker)PreçoOscilação
XPCM1150,10-8,26%
CNES1161,90-5,35%
XTED117,41-3,01%
BBVJ1154,75-2,56%
MXRF1110,40-2,35%

IFIX versus ações

Criado pela Bolsa brasileira, o IFIX tem por objetivo medir a performance de uma carteira.

Trata-se de uma composição de cotas de fundos imobiliários que são listados para negociação nos ambientes administrados pela bolsa. Entretanto, esse indicador costuma variar bem menos que o próprio Ibovespa.

Em comparação à bolsa, nesta quinta-feira, o conjunto de fundos de investimentos imobiliários registrou desvalorização, em sentido contrário ao principal índice da bolsa, que subiu 1,29%.

Veja a movimentação dos fundos do IFIX

HGLG11

O Credit Suisse, administrador do FII CSHG Logística (HGLG11), comunicou a compra da totalidade das ações de duas sociedades de propósito específico (SPEs).

Desse modo, um dos imóveis logísticos recém-adquirido é um ativo multiusuário com área de aproximadamente 60.000,00 m².

Segundo o comunicado, o preço de aquisição foi de R$ 150 milhões.

Já o outro ativo logístico é monousuário, com área bruta locável de aproximadamente 63.000,00 m². A administradora do fundo pagou R$ 192,2 milhões pelo ativo.

Com a assinatura do contrato de compra e venda, o fundo transferiu ao vendedor, a título de sinal e princípio de pagamento, o valor de R$ 60 milhões, fazendo uso dos recursos disponíveis em caixa.

O saldo remanescente será pago quando da conclusão do negócio, que está condicionada a determinadas condições precedentes a serem cumpridas pelo vendedor dos ativos e pelo fundo, informou a administradora do FII.

Mais detalhes acerca do pagamento do preço de aquisição, metragem, valor mensal dos aluguéis, identificação dos locatários e respectivo impacto na distribuição de rendimentos por cota apenas serão detalhadas pela administradora em fato relevante complementar.

O Credit Suisse, ainda na qualidade de administrador do FII CSHG Logística (HGLG11), comunicou que realizou, na quarta-feira (6), o pagamento do valor de R$ 12.648.872,13 a título de adiantamento da parcela, pela aquisição da totalidade de um conjunto de galpões logísticos localizados em Extrema (MG).

O montante total a ser pago pelo fundo na aquisição dos imóveis será de R$ 90.101.122,82.

A contar de quarta-feira (6) o fundo fará jus a 86,3% das receitas de locação dos Imóveis, equivalente ao valor de R$ 589.524,63 e a aproximadamente R$ 0,05/cota.

DOMC11

O FII REAG Renda Imobiliária (DOMC11) comunicou que não será realizada a distribuição de rendimentos aos cotistas referentes ao período apurado entre 01/06/2020 e 30/06/2020.

Segundo o comunicado, a medida foi estabelecida em função da estratégia do fundo face a pandemia de Covid-19, considerando a necessidade de negociações de descontos e carências junto aos inquilinos do principal ativo do Fundo.

Além de estratégia adotada pelo Gestor para recompra dos recebíveis locatícios cedidos onerosamente em 2017, tendo em vista o elevado índice de vacância das unidades do principal ativo do Fundo à época, a fim de suprir as necessidades de caixa do Fundo para o ano-exercício de 2017, conforme proposta aprovada em sede de Assembleia Geral realizada em 03 de abril de 2017