SAÍDA FISCAL DO BRASIL: VALE A PENA?
Home
Notícias
Eletrobras (ELET6) aprova compra de participação pela Chesf em SPEs

Eletrobras (ELET6) aprova compra de participação pela Chesf em SPEs

Participação era da Sequoia Capital nas Sociedades de Propósito Específico (SPEs), dos Complexos Pindaí I, II e III, na Bahia.A transação custou R$ 20,6 mi.

A Eletrobras (ELET6) aprovou, nesta segunda (19), a compra, pela Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São
Francisco), da participação acionária da Sequoia Capital nas Sociedades de Propósito Específico (SPEs), dos Complexos Pindaí I, II e III, na Bahia.

A transação dos parques eólicos custou R$ 20,6 milhões.

Incorporações

Segundo a Eletrobras, a operação integra uma das iniciativas vinculadas aos Planos Diretores de Negócios e Gestão (PDNG) 2019-2023 e 2020-2024 da empresa.

“Além disso, atende a deliberação do Conselho de Administração, que determinou que a Chesf tome as providências para adquirir a participação acionária do sócio privado ainda existente e incorporar os parques eólicos” dos
Complexos Pindaí I, II e III”, explica a empresa.

Publicidade
Publicidade

Do valor total da transação, diz a Eletrobras, R$ 5 milhões são referentes às pendências de subscrição e integralização de capital da Sequoia na SPE Tamanduá Mirim 2 Energia S.A.

“A conclusão da compra e incorporação das SPEs pela Chesf está condicionada à obtenção das aprovações e autorizações regulatórias e administrativas aplicáveis”, completa a companhia.

Eletrobras (ELET6): política de acordos judiciais e extrajudiciais

A Eletrobras também informou ao mercado que que o Conselho de Administração aprovou a Política de Celebração de Acordos Judiciais e Extrajudiciais das Empresas Eletrobras.

“A política tem por objetivo estabelecer diretrizes para orientar os processos de identificação, avaliação, tratamento e parametrização de litígios que envolvam as empresas Eletrobras e que sejam passíveis de transação”, diz a companhia.

Novo na bolsa de valores? Veja como pessoas físicas impactam o mercado

FIIs de agências bancárias precisam se reinventar

Por que a poupança é o principal investimento do brasileiro?