O dólar fechou nesta sexta-feira (18) em queda de 0,52%, a R$ 5,1400. Ao longo do dia, a moeda dos Estados Unidos oscilou entre a mínima de 5,1120 e a máxima de R$ 5,1704. Na semana, a moeda acumula queda de 1,96%.
- Segunda-feira (14): – 0,46%, a R$ 5,2185
- Terça-feira (15): -0,72%, a R$ 5,1807
- Quarta-feira (16): -1,02%, a R$ 5,12
- Quinta-feira (17): +0,76%, a R$ 5,1669
- Sexta-feira (18): -0,52%, a R$ 5,1400
- Semana: -1,96%
Cenário
Em dia de agenda esvaziada no Brasil, o Indicador de Comércio Exterior (ICOMEX) da Fundação Getulio Vargas (FGV), apurou que o Volume de exportações para China desacelerou, mas o resultado cresce em outros mercados.
De acordo com a instituição de ensino e pesquisa, o ano iniciou com um déficit de US$ 214,4 milhões na balança comercial.
Também disse que este não é um resultado inesperado na série histórica da balança em janeiro, e desde 2009, quando as commodities passaram a explicar mais de 50% das exportações brasileiras e a China alçou o posto de principal mercado, o saldo só foi superavitário quatro vezes no mês de janeiro. No ano de 2021, o saldo foi negativo no valor de US$ 219,8 milhões.
E acrescentou que o crescimento, em valor, das exportações e das importações foram próximos, 31,4% e 30,9%, respectivamente.
No cenário internacional, permanece a tensão entre Rússia e Ucrânia. Os mercados do exterior até ensaiaram uma recuperação, esperançosos por uma possível resolução diplomática na crise russa-ucraniana. Para a semana que vem, é aguardado um encontro entre o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrova, e o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.
No entanto, a expectativa por este encontro foi ofuscada por notícias sobre evacuação de residentes de Donetsk e intensificação de bombardeios.
Em dia fraco de indicadores, o Reino Unido informou que as vendas no varejo cresceram 1,9% em janeiro ante dezembro, em linha com a projeção de 2%.






