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Dólar fecha em baixa de 1,23%, a R$ 4,76 nesta quinta

Dólar fecha em baixa de 1,23%, a R$ 4,76 nesta quinta

O dólar fechou esta quinta-feira (26) em baixa de 1,23%, a R$ 4,7614. A moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,7514 e a máxima de R$ 4,8439.

O dólar fechou esta quinta-feira (26) em baixa de 1,23%, a R$ 4,7614. Ao longo do dia a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,7514 e a máxima de R$ 4,8439.

  • Segunda-feira (23): -1,41%, a R$ 4,8054
  • Terça-feira (24): +0,14%, a R$ 4,8123
  • Quarta-feira (25): +0,18%, a R$ 4,8209
  • Quinta-feira (26): -1,23%, a R$ 4,7614
  • Semana: -2,32%

Cenário

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), estuda nos bastidores retomar as discussões da proposta de reforma do Imposto de Renda (IR) e uma das possíveis modificações pode ser na redução da alíquota a ser criada sobre os dividendos distribuídos aos acionistas.

O Ministério do Trabalho adiou para segunda-feira (30) a divulgação do saldo de empregos de abril no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que estava prevista para a manhã desta quinta-feira (26).

Na última parcial, em março, foi registrado um saldo positivo líquido de 136.189 vagas criadas. No ano, o país tem um saldo acumulado até agora de 615.173 novos empregos, decorrente de 5.820.897 admissões e de 5.205.724 desligamentos (com ajustes até março de 2022).

No cenário internacional, a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos (EUA) caiu 1,5% no 1º trimestre de 2022 em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados publicados hoje (26) são uma revisão dos números apresentados no dia 28 de abril.

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Na leitura anterior, a prévia do PIB norte-americano foi uma queda de 1,4%, bem baixo do que mercado esperava, na época, que era um avanço de 1,1%.

Falando em mercado, a projeção era um pouco mais otimista, um recuo de 1,3%. Os dados foram divulgados pelo Bureau of Economic Analysis.

O Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou na manhã desta quinta-feira (26) os dados referentes aos pedidos iniciais de seguro-desemprego, registrados na terceira semana de maio.

Segundo o órgão, no último levantamento, o país notificou 210 mil novas solicitações, 5 mil abaixo da estimativa dos especialistas (215 mil) e um recuo de 8 mil em relação à semana encerrada no dia 14.