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Coronavírus começa a atingir economia na China

Coronavírus começa a atingir economia na China

Comunicado oficial das autoridades chinesas, no domigo (26), revelou as consquências do coronavírus para a economia do país.

Informações divulgadas ontem (26), por autoridades chinesas em coletiva de imprensa, revelaram que o coronavírus está começando a afetar a economia. Além de inibir o deslocamento da população pelo país, o alerta pelo risco de contaminação atrasará também o cronograma chinês. Depois de cancelar as comemorações do Ano Novo, o coronavírus impossibilitará o retorno às aulas e aos postos de trabalho.

Em primeiro lugar, as consequências do coronavírus foram sentidas no setor dos transportes. Com a restrição de deslocamentos por trem, ônibus e avião, o fluxo de passageiros, seja por turismo ou por mobilidade, teve redução. De acordo com o vice-ministro de Transportes, Liu Xiaoming, no sábado (25), as viagens, em geral, despencaram 28,8% em relação a 2019.

Ainda segundo os dados apresentados por Xiaoming, o declínio foi representativo, especificamente, em viagens aéreas civis (41,6%), de trem (41,5%) e rodoviárias (25%). Inclusive, no domingo (26), a China Railway Chengdu anunciou a interrupção de diversas rotas de trem de alta velocidade. Até Xangai, centro financeiro mundial e a maior cidade da China, faz parte dos percursos que sofrerão a paralisação. Devido ao coronavírus, esse recesso terá início já nos próximos dias e deve ter fim no início de fevereiro.

No entanto, a avaliação governamental é de que os efeitos das interrupções gerarão problemas de longo prazo para a China.

Combate ao coronavírus

Apesar das exigências com a higiene, como a obrigatoriedade do uso de máscaras faciais, há uma escassez de materiais. Além das máscaras, faltam também kits de teste de coronavírus e roupas especiais de proteção. Diante disso, o governo assumiu a carência de suprimentos, especialmente na cidade de Wuhan, epicentro da doença. Outro ponto crítico é o desequilíbrio entre a demanda e o montante de produção. Segundo o vice-ministro da Indústria e Tecnologia da Informação, Wang Jiangping, 40% da capacidade total de produção foi ativada. A ação é um esforço para atender a essas necessidades, mesmo com a pausado feriado do Ano Novo no país.

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Por isso, o Ministério das Finanças da China emitiu cerca de 1,6 bilhões de dólares em subsídios para assistência médica, compra de equipamentos e outros esforços. Assim como as autoridades estão trabalhando para aumentar a equipe médica e disponibilizar mais leitos hospitalares.