O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela FGV, subiu 3,7 pontos em maio, atingindo 76,2 pontos. Com isso, os resultados de abril e maio recuperam 81% da queda sofrida em março, quando houve recrudescimento da pandemia.
Em médias móveis trimestrais, o índice continua em tendência negativa ao cair 0,6 ponto.

Reprodução/FGV
Em maio, a confiança dos consumidores manteve a tendência positiva observada no mês anterior. Houve ligeira melhora da percepção das famílias sobre o momento atual, que atingiu nível mínimo em março, e aumento das perspectivas em relação aos próximos meses.
O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 4,2 pontos, para 68,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) cresceu 3,2 pontos, para 82,4 pontos.
“Apesar do resultado positivo desse mês ter sido disseminado por todas as classes de renda e capitais, observa-se que consumidores possuem patamares de confiança bastante distintos e a diferença entre classe de renda baixa e alta tem atingido patamares elevados desde o final do ano passado”, pondera a coordenadora da pesquisa, Viviane Seda Bittencourt.
A análise por faixas de renda revela melhora da confiança em todas as faixas de renda, com destaque para as famílias com renda entre R$ 2.100,01 e R$ 4.800, cujo indicador aumentou 7,8 pontos para 69,2 pontos, nível ainda considerado baixo em termos históricos.
Entre fevereiro e abril, o índice caiu 12,5 pontos para essa faixa de renda, portanto, o aumento observado em maio representa recuperação de 62,4% da queda sofrida.






