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Como forma de proteção, entidades cobram do Google fim de apps pré-instalados no Android

Como forma de proteção, entidades cobram do Google fim de apps pré-instalados no Android

Muitos dos aplicativos pré-instalados no Android não podem ser excluídos.

Frequentemente quando compramos um novo telefone celular ou tablet Android existem aplicativos pré-instalados de fábrica que não são do próprio sistema.

Estes são adicionados pelo fabricante que integra o terminal, e o ruim é que, em muitos casos, não podemos desinstalá-los.

Por isso, um grupo formado por mais de 50 organizações assinaram uma carta ao CEO do Google, Sundar Pichai para permitir que os utilizadores de Android têm mais liberdade para desinstalar todos os aplicativos em seus telefones.

Entre as organizações que se manifestaram e estão no grupo são: Privacidade Internacional, Anistia Internacional, Associação para o Progresso das Comunicações (APC), Fundação da Fronteira Eletrônica (EFF), entre outros.

Já o grupo Alphabet foi criado em 2015 com a ampliação do Google.

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Exclusão desses aplicativos

Sabemos que alguns desses aplicativos pré-instalados consomem memória permanecendo ativos em segundo plano.

Então, eles diminuem a velocidade do dispositivo, fazem as notificações dispararem a qualquer momento e até tentam instalar outros aplicativos.

E não apenas isso. Entidades afirmam que a exclusão desses pré-aplicativos colabora para proteção de usuários na web.

O que diz a carta

Na carta foi descrito o seguinte:

“Esses apps pré-instalados podem ter permissões privilegiadas que os deixam operar fora do modelo de segurança do Android. Isso significa que as permissões podem ser definidas pelo app, incluindo o acesso ao microfone, câmera e localização, sem as configurações padrão do Android. Usuários estão totalmente no escuro sobre essas intrusões”.

E mais, a exclusão desses apps pré-instalados no Android daria mais liberdade aos usuários:

“Acreditamos que essas mudanças justas e razoáveis vão fazer uma diferença enorme para milhões de pessoas em todo o mundo, que não deveriam ter de trocar sua privacidade e segurança pelo acesso a um smartphone”.