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Cesp (CESP6) tem novo ciclo pela frente, diz BTG (BPAC11)

Cesp (CESP6) tem novo ciclo pela frente, diz BTG (BPAC11)

A Cesp (CESP6) tem pela frente um novo ciclo em sua história, de acordo com relatório do BTG Pactual (BPAC11). Isto graças à reestruturação com a fusão dos ativos de energia da Cesp e da Votorantim. A proposta foi aprovada por unanimidade pelo comitê independente.

De acordo com o documento, além de ser listada no Novo Mercado, o aporte de capital de R$ 1,5 bilhão também aumentará o poder de fogo da empresa para expandir seu portfólio. E, ao passar para as energias renováveis, adiciona uma diversificação ao portfólio de hidrelétricas da Cesp, que tem sofrido com os recentes ciclos hidrológicos mais fracos.

“Tudo isso combinado com uma operadora de primeira linha com boa disciplina de capital”, aponta trecho do relatório.

Ainda segundo o relatório do BTG, o valor considerado justo proposto pelo comitê para a VE Energia é de R$ 2,8 bilhões. A VTRM foi avaliada em R$ 4,5 bilhões e a Cesp em R$ 9,1 bilhões, todas para 2021.

Cesp (CESP6): minoritários deverão concentrar 30% do capital da empresa

Com base nesses números, os acionistas minoritários ficarão com 30,63% de participação na nova empresa. Ou 30,32% se considerar a entrega de ações preferenciais resgatáveis aos acionistas da empresa. Esses números melhoraram em relação à avaliação anterior proposta de 29,9%, informa o banco de investimentos.

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Na semana passada, a companhia energética divulgou fato relevante que detalhava os ativos de seus acionistas controladores (Votorantim e CPPIB). Com essas informações adicionais, o banco atualizou os números para a transação. “Mas depois de conversar com a empresa e obter uma visão mais detalhada sobre PPAs, financiamento, margens e capex, tivemos que ajustar nossos números mais uma vez”, informa.

Agora o banco avalia os ativos da VE em um valor patrimonial de R$ 2,22 bilhões, os ativos da VTRM em R$ 4,32 bilhões e a Cesp em R$ 9,83 bilhões. Ou uma avaliação combinada total de R$ 16,36 bilhões.

“Devemos então incluir também os R$ 1,5 bilhão que serão injetados pela CPPIB. Atribuímos valor zero à comercialização de energia e ao pipeline”, diz.