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BTG (BPAC11): Cielo (CIEL3) tem 2TRI21 melhor do que o esperado

BTG (BPAC11): Cielo (CIEL3) tem 2TRI21 melhor do que o esperado

A Cielo (CIEL3) reportou números no balanço do 2TRI21 melhores do que o esperado, diz o BTG Pactual (BPAC11).

O lucro líquido recorrente foi de R$ 180 milhões, aumento de 33% t/t e reverteu o prejuízo registrado no 2T20.

O resultado final ficou 30% acima do esperado pelo BTG e 10% acima do consenso, com menção especial a Cateno, que viu seu lucro líquido crescer 33% t/t, R$ 35 milhões acima do que o BTG estava modelando.

“A Cielo segue avançando em sua agenda de eficiência operacional, o que significa que seu resultado financeiro teria sido mais forte se não fossem as despesas financeiras mais pesadas”, destacam os analistas.

Cielo Brasil revertendo prejuízo, mas ainda 20% abaixo do esperado

O lucro líquido da Cielo Brasil foi de R$ 113 milhões versus prejuízo no 2T20.

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De forma recorrente, após a dedução de R$ 105 milhões no 1TRI21, o lucro líquido caiu 9%.

As receitas ficaram praticamente estáveis t/t, refletindo o fato de que um maior volume financeiro de transações foi parcialmente compensado pela tendência de baixa nos preços devido à forte competição na aquisição de negócios.

No 2TRI21, as provisões para perdas com créditos de liquidação duvidosa aumentaram R$ 14 milhões devido aos impactos esperados com a implantação do novo Registro de Recebíveis.

Novo financiamento da Cielo pressiona resultado financeiro

O resultado financeiro da Cielo Brasil caiu ano/ano e também t/t.

Ao longo do 1S21, a Cielo levantou fundos por meio de estruturas de FIDC que ajudaram a fortalecer sua posição de caixa, e esses fundos estão sendo usados ​​principalmente para financiar a estratégia de expansão de produtos de pré-pagamento em varejo e para conceder empréstimos para capital de giro.

Inicialmente, o novo financiamento pressionou os resultados financeiros, que se somam ao maior custo financeiro, decorrente da elevação da taxa Selic.

União com a Cateno resultou em uma grande melhoria

O lucro líquido da Cateno atingiu R$ 137 milhões no segundo trimestre, alta de 159% a/a, 73% t/t e 34% acima do BTG (+ R$ 35 milhões).

A recuperação da Cateno foi impulsionada por seu desempenho operacional, principalmente pelo crescimento de 44% a/a e 7% t/t na TPV para R$ 80 bilhões.

Este volume mais alto gerou 8% t/t e crescimento de 46% a/a na receita líquida para R$ 732 milhões.

Por fim, a recomendação do BTG é de neutralidade. Preço-teto de R$ 4,20.