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Biometria facial substituirá carteirinha da Bradesco Saúde

Biometria facial substituirá carteirinha da Bradesco Saúde

A Bradesco Saúde dá início a nova fase com a adoção da biometria facial. As carteirinhas poderão ser trocadas por reconhecimento facial, cadastrado via app.

A Bradesco Saúde iniciará uma nova fase com o uso da biometria nos serviços oferecidos aos seus usuários. Os segurados serão informados sobre a possibilidade de substituição da carteirinha pelo reconhecimento facial, cadastrado via aplicativo. Ainda em fase de testes, a novidade só estará disponível em alguns locais. Como nas unidades Meu Doutor Novamed, do Grupo Bradesco Seguros, nas clínicas de Osasco, em São Paulo, e na sede da empresa, no Rio de Janeiro.

Só para ilustrar, a biometria é um método que utiliza as características biológicas de um indivíduo para desenvolver mecanismos únicos de identificação. Com o propósito de reduzir cada vez mais as ocorrências de fraude, a marca Bradesco segue uma crescente na aposta em tecnologia.

Após a implantação do reconhecimento pelas veias da mão e da experiência bem sucedida com a assistente digital BIA (Bradesco Inteligência Artificial) agora surge a biometria. Há dois anos, em 2018, a empresa já havia anunciado o empenho à funcionalidade de plataformas biométricas. Na época, a biometria de mão já estava em funcionamento, enquanto as de voz e de face estavam sendo testadas.

Entre os destaques da agenda de tecnologia do setor financeiro para 2020 está o reconhecimento por biometria. A divulgação foi feita pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), em dezembro de 2019. Ademais, tópicos como inteligência artificial, big data e internet das coisas completavam a lista de produtos e soluções bancárias inovadores.

Pioneirismo na biometria

Desde 2006, o Bradesco aderiu ao uso da biometria. Fato que o destacou como um dos primeiros bancos a adotar a tecnologia no Brasil. A ampliação do uso de inovações tecnológicas pelas instituições bancárias se fortalece à medida que os dispositivos móveis evoluem. Em cada novo modelo lançado, fabricantes de aparelhos celulares e tablets oferecem mais artifícios e módulos para segurança.

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Segundo os últimos dados da Febraban, em 2018, 3 bilhões de transações bancárias digitais via mobile foram registradas no País. Além de mais 3,9 bilhões de transações digitais per meio da internet.