Os bilionários elevaram suas fortunas em US$ 1 trilhão (R$ 5,57 trilhões), segundo levantamento da Bloomberg.
Trata-se da riqueza das 500 pessoas mais ricas do mundo, conforme a agência.
Assim, o patrimônio líquido somado desse clube agora ultrapassa US$ 8,4 trilhões (R$ 46,9 trilhões), mais do que o PIB individual de todos os países, exceto China e Estados Unidos.
Dez fortunas superam a marca de US$ 100 bilhões (R$ 557,9 bilhões). E essa dezena de superbilionários ficou quase US$ 386 bilhões (R$ 2,15 trilhões) mais rica. Mais de 200 patrimônios passam de US$ 10 bilhões (R$ 55,8 bilhões), algo inédito na história.
Bilionários
Ainda de acordo com a Bloomberg, no topo do ranking, Elon Musk ficou US$ 114 bilhões mais rico, totalizando US$ 270 bilhões. O ganho anual superou os 70% para o fundador da SpaceX e presidente da fábrica de carros elétricos Tesla.
Já a segunda pessoa mais rica do mundo, Jeff Bezos, ganhou mais US$ 2 bilhões. O fundador da Amazon fechou o ano com US$ 192 bilhões em caixa.
Na sequência, Bernard Arnault, presidente do grupo Louis Vuitton, possui US$ 178 bilhões. Desse total, US$ 66,6 bilhões foram acumulados no ano passado, o que assegurou a Arnault o posto de terceiro mais rico do planeta.
Depois, Bill Gates fechou o ano na quarta colocação, com US$ 138 bilhões, US$ 6,4 bilhões a mais do que em 2020.
Larry Page, cofundador do Google, atingiu uma fortuna de US$ 128 bilhões ao ganhar US$ 46 bilhões no ano passado.
Riqueza pessoal
Ainda de acordo com a Folha, o sexto maior bilionário da atualidade, Mark Zuckerberg enriqueceu US$ 22 bilhões. O cofundador do Facebook fechou 2021 com US$ 125 bilhões.
Já o brasileiro mais bem posicionado na lista dos maiores donos de fortunas, Jorge Paulo Lemann perdeu US$ 2,3 bilhões. O empresário do ramo de alimentos ficou em 82º lugar, com um total de US$ 21,5 bilhões.
O índice S&P 500, que reúne ações das principais empresas da Bolsa de Nova York, saltou 27,23%. A Nasdaq, que concentra companhias do setor de tecnologia, disparou 22,14% em 2021.