A Oi teria assinado a venda da participação de 25% na angolana Unitel e embolsado US$ 1 bilhão, publicou nesta quinta-feira (23) o colunista Lauro Jardim, de O Globo.
A compradora seria a Sonangol, empresa petrolífera também de Angola.
De acordo com o colunista, amanhã US$ 750 milhões serão depositados no caixa da empresa brasileira. Pelo contrato de venda, a Sonangol depositará o restante em até 90 dias.
As ações da companhia reagem positivamente. Por volta das 17h30, as ações ON (OIBR3) subiam 9,18%, cotadas a R$ 1,07.
Já as ações PN (OIBR4) avançavam 4,76%, a R$ 1,55.
Até a atualização desta nota, às 18h10, a empresa não havia confirmado a informação.
Tá, e aí?
Em relatório de análise, de 10 de janeiro, assinado por Gustavo Massotti, a Wisir Research destacou que a OIBR3 vem em uma tendência de baixa, se aproximando de uma região importante de suporte, de R$ 0,90 – algo que não ocorria desde 2016, quando a empresa anunciou o seu ingresso no processo de recuperação judicial.
De acordo com o relatório, desde que anunciou seu processo de recuperação judicial, o Ibovespa subiu mais de 150%, enquanto a Oi se desvalorizou quase 60%.
Segundo Massotti, para retomar uma tendência de alta no curto prazo, as ações da empresa “precisariam fechar acima da região de R$ 1,00, projetando assim os R$ 1,30 a R$ 1,90.”
No sentido inverso, caso a OIBR3 registre fechamentos abaixo da região dos R$ 0,70, manteria “a firme tendência de baixa do curto, e longo prazo”. Dessa forma, diz o documento, o papel perderia essa região de suporte, projetando os R$ 0,58 e R$ 0,45.
Quer saber mais clique aqui e tenha acesso ao relatório completo da Wisir Research sobre OIBR3.






