Assista a Money Week
Compartilhar no LinkedinCompartilhar no FacebookCompartilhar no TelegramCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsApp
Compartilhar
Home
Economia
Notícias
Após Fitch, DBRS Morningstar eleva nota de crédito do Brasil

Após Fitch, DBRS Morningstar eleva nota de crédito do Brasil

A agência de classificação de risco DBRS Morningstar elevou a nota de crédito do Brasil de BB (low) para BB, em tendência estável. A avaliação vem poucos dias após a Fitch elevar a nota de crédito do Brasil de BB- para BB.

A decisão da agência levou em consideração a perspectiva de declínio nos riscos fiscais do país, com destaque para os esforços de reformas, que deverão contribuir para a melhora nos resultados primários das contas públicas no período 2023-2026. 

AGENDA DE DIVIDENDOS: TENHA UM ANO INTEIRO DE RENDA PASSIVA

O rating de crédito soberano reflete a capacidade do país de honrar seus compromissos financeiros.

Segundo a DBRS MorningStar, a dívida bruta do país subiu por conta dos efeitos da pandemia de covid-19 em 2020, mas teve “forte recuperação” até 2022. 

Publicidade
Publicidade

A agência afirmou que houve diminuição de riscos fiscais e que o pacote de medidas do arcabouço fiscal, anunciado no início de 2023, deverá levar o governo federal a um déficit de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. 

Além disso, fatores institucionais, como a credibilidade do regime de metas de inflação e um sistema bancário bem capitalizado e com ampla liquidez e baixa exposição à moeda externa, foram considerados. Para a DBRS MorningStar, estes elementos permitem ao país mitigar impactos de choques.

Austin Rating e S&P elevam nota de crédito do Brasil

A Austin Rating, agência de classificação de risco brasileira, alterou a nota de crédito soberano do Brasil de estável para positiva, em moeda local. A agência classificou o país como BB+, comunicou na sexta-feira (28). 

Em moeda estrangeira, a agência manteve a perspectiva como estável, também com nota BB+.

A avaliação do rating em moeda local considerou uma melhoria no ambiente fiscal, com a aprovação do novo arcabouço fiscal, que prevê retomada do equilíbrio das contas públicas já a partir de 2024, com resultado primário em 0% do PIB.

Outro ponto importante que, segundo a Austin Rating “também pesou na decisão”, foi a perspectiva de uma queda dos juros “em breve”.

Um mês antes, o S&P reforçou a aposta no Brasil ao revisar sua perspectiva e reafirmar ratings, conforme relatório divulgado ao mercado. De acordo com o banco de investimentos, a instituição revisou sua perspectiva de “estável” para “positiva” e reafirmou seus ratings de crédito soberano “BB-/B”.

Também traz que os sinais de maior certeza sobre políticas fiscais e monetárias estáveis podem beneficiar as atuais perspectivas de baixo crescimento do PIB do Brasil.

  • Quer se atualizar sobre todos os temas do mercado e aprender a investir com quem é referência? Clique aqui e garanta seu lugar na Money Week! O evento, online e gratuito, será realizado entre os dias 14 e 17 de agosto. Não perca!