Ainflação na zona do euro subiu 10,6% em outubro ante previsão de 10,7%.
Trata-se do Índice de Preços ao Consumidor (CPI), divulgado na manhã desta quinta-feira (17), que mostra que, na margem, a inflação subiu 1,5%, como previsto.
Também aponta que o núcleo do CPI subiu 5% na comparação anual, e 0,6% na margem.
Vale lembrar que a inflação na zona do euro em setembro foi de 9,9%, enquanto que um ano antes, a taxa foi de 4,1%.
Já a inflação anual da União Europeia foi de 11,5% em outubro de 2022, ante 10,9% em setembro, enquanto um ano antes, a taxa era de 4,4%.
Estes números são publicados pelo Eurostat, o instituto de estatística da União Europeia.

Inflação na zona do euro
De acordo com o relatório, as taxas anuais mais baixas registaram-se em França (7,1%), Espanha (7,3%) e Malta (7,4%).
As taxas mais altas, na comparação anual, foram registradas na Estônia (22,5%), Lituânia (22,1%) e Hungria (21,9%). Em comparação com setembro, a inflação anual caiu em onze Estados-Membros, manteve-se estável em três e aumentou em treze.
Em outubro, o maior contributo para a taxa de inflação anual da área do euro veio da energia (+4,44 % pontos, pp), seguindo-se a alimentação, álcool e tabaco (+2,74 pp), serviços (+1,82 pp) e bens industriais não energéticos (+1,62 pp).
Reino Unido
No Reino Unido, o chanceler Jeremy Hunt anunciará sua última declaração fiscal hoje, que deve conter bilhões de libras em cortes de gastos e aumentos de impostos.
Já a guerra da Rússia contra a Ucrânia é o “fator negativo mais importante” para a economia mundial este ano – e provavelmente para 2023 também, disse a chefe do FMI, Kristalina Georgieva, à CNBC ontem.
O FMI emitiu anteriormente alertas sobre a fragmentação da economia global devido à guerra e reduziu as previsões de crescimento para 2023 de 3,2% esperados em 2022 para 2,7%.
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