O CPI da zona do euro, referente ao Índice de Preços ao Consumidor do bloco europeu, desacelerou para 6,9% em março, em linha com a projeção. Segundo o Eurostat, esse é o menor nível inflacionário da região em 13 meses.
O núcleo do indicador de inflação, que não considera os preços de energia e alimentos, registrou alta recorde de 5,7% no mês passado ante 5,6% registrados em fevereiro. Na comparação com março de 2022, o índice de inflação registrou alta de 1,3% em março.
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Ontem (19), a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, informou que a mudança na meta de inflação do bloco só poderá ser alterada quando a inflação chegar a 2%, que é o que a autoridade monetária do continente almeja.
Segundo ela, a oferta mundial se tornou mais flexível diante das mudanças domésticas. O que leva a um período de inflação mais baixo e em um nível mais estável.
Aumento dos juros em maio dependerá de inflação preliminar em abril
Philip Lane, economista-chefe do BCE, por sua vez, declarou que a autoridade monetária deverá elevar os juros. O mercado projeta ume elevação de 0,25 ponto na próxima reunião no mês que vem. Caso se confirme, este será o sétimo aumento seguido na taxa de juros europeia.
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Lane, que preferiu não adiantar números, disse que a magnitude da alta dependerá de dados como a inflação preliminar de abril, cuja divulgação ocorrerá um dia antes do encontro do BCE. Também deverão ser considerados os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre do ano passado, que deverá ser divulgado na última sexta-feira antes do encontro.
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