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BTG (BPAC11) recomenda compra para BrasilAgro (AGRO3), ao preço-alvo de R$ 43

BTG (BPAC11) recomenda compra para BrasilAgro (AGRO3), ao preço-alvo de R$ 43

O Banco BTG Pactual (BPAC11) analisou a atuação da BrasilAgro (AGRO3), em novo relatório que foi divulgado nesta quarta-feira (11).

O Banco BTG Pactual (BPAC11) analisou a atuação da BrasilAgro (AGRO3), em novo relatório que foi divulgado nesta quarta-feira (11). Segundo a instituição financeira, a companhia registrou um trimestre forte devido aos preços e aos volumes de produção da soja. Desta forma, o BTG manteve a sua recomendação para compra, ao preço-alvo de R$ 43.

O principal destaque do primeiro trimestre do calendário foi a comercialização da soja colhida no período, que representou 92% do volume de vendas. Em contrapartida, A BrasilAgro encontrou dificuldades relacionadas à entressafra da cana de açúcar.

O Ebitda ajustado foi de R$ 161 milhões, o que reflete em alta de 57% ao ano.  Este cenário está associado às margens mais fortes na produção de soja,  que cresceram 74% a/a no seu valor. Os preços também compensaram os yields mais baixos do Paraguai, bem como os custos mais altos.

A BrasilAgro contabilizou o valor total de R$ 529 milhões em seu Ebitda, com R$ 213 milhões em seu caixa líquido e com outros R$ 458 milhões, que são oriundos de fazendas que foram vendidas.

Previsões para a BrasilAgro (AGRO3)

O mercado agrícola continua aquecido e de acordo com o relatório, o cenário está mais favorável para vendas do que para compras no setor. O banco destacou o custo crescente dos insumos, o que pode influenciar na liquidez dos produtos.

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“Sentimos também que a capacidade da BrasilAgro de colocar sua estratégia de compra de terras brutas e não desenvolvidas está sendo testada agora sob um escrutínio mais acirrado de empresas dispostas a investir na
transformação de terras.” informou trecho do relatório. 

O aumento nos custos de fertilizantes foi um entrave para a BrasilAgro, que adotou uma postura mais cautelosa. De acordo com o BTG, são previstos preços mais altos das commodities,  que podem ser sustentadas acima das margens históricas.