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Brasil terá uma “lei da liberdade econômica 2.0”, diz Danniela Marques

Brasil terá uma “lei da liberdade econômica 2.0”, diz Danniela Marques

“Vamos botar um time técnico para servir vocês e não para se servir do dinheiro do pagador de impostos”, disse a coordenadora do plano econômica da campanha de Flávio Bolsonaro

A coordenadora do plano econômico da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Danniela Marques, disse que o Brasil terá uma “lei da liberdade econômica 2.0” a partir de 2027 caso o seu candidato vença as eleições em outubro.

“Será proibido criar uma nova norma sem tirar outra. Não poderemos mudar contratos de 20 anos. Hoje em dia, por exemplo, não dá mais para saber se uma licença leva 6 meses ou dois anos”, disse a ex-presidente da Caixa Econômica Federal (entre 2022 e 2023) durante a Money Week 2026, evento da EQI Investimentos que acontece em Balneário Camboriú nesta quinta-feira (27) e sexta-feira (28).

A Lei da Liberdade Econômica a principal medida de desburocratização e estímulo ao livre mercado sancionada durante o governo de Jair Bolsonaro, em 2019. O texto originou-se de uma medida provisória defendida pelo então ministro da Economia, Paulo Guedes.

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Reformas

Marques entende que o caminho para a retomada do crescimento é muito simples.

“Tesouraço, arrumar as contas, colocar o institucional no lugar. Botar um time técnico para servir vocês e não para se servir do dinheiro do pagador de impostos. Mais Brasil, menos Brasília. Mais criador de riqueza”, explica.

A mudança do modelo, segundo ela, a produtividade já é estimulada.

Curva de juros

Outro reflexo de uma recalibragem de rota é a reação imediata da curva de juros pelo mercado financeiro, o que pode ajudar no alívio financeiro para o governo, empresas e cidadãos.

“Se tem um leilão do Tesouro, pagando inflação mais 8,5%, em que não aparece ninguém é porque não há credibilidade. Por isso que o Tesouro está encurtando a dívida. A dívida pública já está em quase 82% do PIB. Não adianta enganar, todo mundo aqui sabe fazer conta. Não há credibilidade”, ressalta.