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T4F prorroga prazo para acionistas venderem ações após OPA

T4F prorroga prazo para acionistas venderem ações após OPA

Acionistas remanescentes terão até 18 de setembro para vender papéis por R$ 6,02, com correção pela Selic

A T4F Entretenimento (SHOW3) prorrogou até 18 de setembro o prazo para que os acionistas remanescentes exerçam o direito de vender suas ações após o leilão da oferta pública de aquisição, a OPA. O período terminaria originalmente nesta quinta-feira (20).

A extensão do prazo foi comunicada pela companhia em aviso aos acionistas divulgado nesta quarta-feira (19). O direito de venda, conhecido como período de put, está disponível aos investidores que ainda possuem ações ordinárias da T4F e não alienaram seus papéis no leilão da oferta.

A OPA foi realizada para o cancelamento do registro da T4F como companhia aberta perante a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, e para a saída da empresa do Novo Mercado da B3. Com a prorrogação, esses acionistas terão quase mais um mês para decidir se vendem seus papéis ao ofertante.

As demais condições da operação permanecem inalteradas. O preço de exercício continua equivalente ao valor praticado no leilão, de R$ 6,02 por ação, corrigido pela taxa Selic acumulada proporcionalmente entre a data do leilão e a data do pagamento.

“Todas as demais condições constantes do aviso aos acionistas divulgado em 20 de julho de 2026 permanecem inalteradas”, informou a T4F.

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Também foram mantidos os procedimentos para a transferência das ações ao Banco Bradesco, responsável pela escrituração dos papéis da companhia, assim como a documentação necessária para formalizar as ordens de venda e as regras aplicáveis aos investidores não residentes.

Venda pela B3 pode resultar em preço diferente

A T4F ressaltou que os acionistas ainda podem vender suas ações no mercado da B3 enquanto o cancelamento do registro da companhia não for efetivado pela CVM. Essa alternativa, entretanto, representa uma negociação comum entre investidores e não garante o mesmo valor oferecido na OPA.

“O acionista que vender suas ações por meio de negociações em mercado de bolsa poderá não receber preço equivalente ao Preço Final da OPA atualizado pela Taxa SELIC, desde a data do leilão até a data do efetivo pagamento”, alertou a companhia.

Na prática, o investidor que negociar os papéis diretamente na bolsa ficará sujeito ao preço de mercado disponível no momento da operação. Já o exercício do direito de venda até 18 de setembro preserva o preço de R$ 6,02 por ação, acrescido da atualização pela Selic.

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