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Safra questiona Americanas (AMER3) na justiça

Safra questiona Americanas (AMER3) na justiça

O banco Safra questiona Americanas ($AMER3) na justiça em mais um capítulo envolvendo a crise da rede varejista. O motivo da disputa é o pagamento antecipado de aproximadamente R$ 1 bilhão. Esse montante estaria ligado a debêntures com vencimento em 2026, mas foram liquidadas pela rede de lojas no mesmo dia em que foram informadas […]

O banco Safra questiona Americanas (AMER3) na justiça em mais um capítulo envolvendo a crise da rede varejista. O motivo da disputa é o pagamento antecipado de aproximadamente R$ 1 bilhão. Esse montante estaria ligado a debêntures com vencimento em 2026, mas foram liquidadas pela rede de lojas no mesmo dia em que foram informadas as inconsistências contábeis, ocorridas em 11 de janeiro.

De acordo com informadas do jornal Valor Econômico, o banco teria cerca de R$ 2 bilhões a receber da rede varejista. O problema é que o montante de R$ 1 bilhão, de resgate antecipado, deveria estar ligado ao montante total incluído no processo de recuperação judicial.

Com isso, o banco Safra entrou com uma petição na justiça para apurar como teria ocorrido esse resgate antecipado e pediu uma investigação sobre o tema. Em sua defesa, a Americanas informou que o valor pago não chegou a ser de R$ 1 bilhão, mas de R$ 216 milhões porque houve apenas uma adesão parcial à distribuição das debêntures.

Safra questiona Americanas (AMER3): banco vê “conduta suspeita”

Apesar da Americanas dizer que o valor liquidado não chegou ao total estimado pelo banco, o Safra desconfia e cita uma suposta “conduta suspeita”, o que já justificaria, no entender da instituição, uma investigação por parte dos administradores judiciais.

Com isso, o Safra diz que o montante resgatado antcipadamente deveria constar no montante total envolvido na recuperação judicial. Para o banco foi “estranho” a empresa divulgar as inconsistências contábeis e no mesmo dia informar essa liquidação antecipada, como informou a publicação.

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Desde que o ex-CEO da Americanas, Miguel Gutierrez, fez uma série de acusações contra acionistas de referência da rede e os membros que ocuparam a diretoria até o fim do ano passado, imputando a eles a responsabilidade pela fraude contábil de cerca de R$ 20 bilhões revelada no início deste ano, no período de 11 dias em que Sérgio Rial ocupou o comando da varejista.

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