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Produção e vendas da Petrobras ficam dentro do esperado, apesar de trimestre mais fraco

Produção e vendas da Petrobras ficam dentro do esperado, apesar de trimestre mais fraco

Sobre os dados de Exploração e Produção (E&P), uma das principais áreas da companhia, a produção de óleo e LGN recuou levemente em 0,6%

Os dados de produção e vendas da Petrobras (PETR4) no quarto trimestre de 2025, foram mais fracos na comparação trimestral, mas ainda dentro do esperado. É o que avalia relatório da Ativa Investimentos sobre os dados da petroleira. Isso significa que as divulgações operacionais não alteram de forma material a leitura para os resultados trimestrais que saem em 5 de março, tampouco introduzem novos vetores de revisão de expectativas no curto prazo. A recomendação é neutra.

Sobre os dados de Exploração e Produção (E&P), uma das principais áreas da companhia, a produção de óleo e LGN recuou levemente em 0,6%, ficando apenas pouco abaixo das estimativas da casa de análise. De acordo com o relatório, a variação reflete principalmente o declínio natural de campos maduros, maior concentração de paradas programadas para manutenção e menor eficiência operacional na Bacia de Campos (RJ).

“Esses efeitos foram parcialmente compensados pela ampliação de capacidade dos FPSOs Almirante Tamandaré e Marechal Duque de Caxias, pelo avanço do ramp-up das plataformas Anna Nery e Alexandre de Gusmão e por ganhos de produtividade em Búzios”, diz trecho do relatório.

Produção da Petrobras no pré-sal totaliza mais de 2 milhões de barris

No pré-sal, a produção totalizou 2,114 milhões de barris por dia (bpd) ante 2,117 milhões bpd no terceiro trimestre do ano passado, permanecendo praticamente estável e elevando sua participação para 84,4% da produção total de óleo e LGN da companhia (contra 84% no 3TRI25).

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Segundo a petroleira, a produção total de óleo e gás natural superou em 2,8 pontos percentuais o limite superior da meta (+4%) no total de 2025, alcançando 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), representando um aumento de 11% em relação à produção de 2024.

Em 2025, a empresa adicionou 1,7 bilhão de barris de óleo equivalente (boe) em reservas, atingindo um índice de reposição de reservas (IRR) de 175%, mesmo diante de uma produção considerada recorde. A relação entre as reservas provadas e a produção (indicador R/P) atingiu 12,5 anos.

Tabela de dados