A Petrobras (PETR4) receberá em 11 de agosto propostas para arrendamento do Estaleiro Inhaúma, no Rio de Janeiro.
De acordo com a estatal, o ativo tem uma área de 321 mil metros quadrados na zona portuária da cidade, e o arrendamento também dará direito às respectivas benfeitorias, acessões e infraestrutura lá existentes.
O edital para o arrendamento traz, ainda, que o estaleiro Inhaúma, antigo Ishibrás, foi alugado pela Petrobras em 2010 para fazer conversões de cascos de navios-plataformas do pré-sal, mas está inoperante desde 2016.
E acrescenta que os trabalhos haviam sido retomados em 2012, após a Petrobras investir na reforma da unidade e reconstrução de instalações, como o dique seco.
A última obra no local foi a conversão da plataforma P-76, instalada no campo de Búzios, no pré-sal da bacia de Santos, que entrou em operação em 2019.
Petrobras (PETR4): Margem Equatorial
Nesta data, mais cedo, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse que a Petrobras intensificará a exploração da Margem Equatorial para verificar a possibilidade de exploração de novos poços de petróleo e gás na região.
“Temos outros desafios, como a chamada margem equatorial, que pega desde o norte do Amapá até a bacia do Rio Grande do Norte. Com investimentos, pesquisa que a Petrobras vai manter, vai intensificar porque ali acena-se com a possibilidade de ser um novo grande novo reservatório de gás e óleo para o Brasil”, ressaltou.
Ibama
A petroleira não obteve licença de exploração junto ao Ibama e tenta, há meses, fazer lobby para cativar a autarquia a mudar de posição.
A direção do órgão do meio ambiente, por sua vez, informa que aguarda um novo laudo por parte da Petrobras, cujos impactos estejam mais bem esclarecidos no documento que deverá, novamente, ser protocolado para fins de obtenção de licença.
Bolsa
Por volta das 15h55 a ação PETR4 recuava 0,032%, cotada em R$ 30,99.

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